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Sexta-feira, Maio 14, 2021

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Torres Novas | João Zilhão integra debate sobre o passado no Dia dos Monumentos e Sítios

O Museu Municipal Carlos Reis (MMCR) vai assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com um debate online, segunda-feira, dia 19 de abril, às 15:00. O tema em discussão vai ser “Passados complexos: futuros diversos”, tópico proposto pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios) para as comemorações de 2021.

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A iniciativa vai ser transmitida pelo Facebook do MMCR. A mesa-redonda online conta com a participação de três investigadores das áreas de arqueologia, história e património: João Zilhão (investigador da UNIARQ – Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa), Marco Liberato (investigador do CEAAP-Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património) e Carlos Fabião (Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e diretor da UNIARQ).

João Zilhão, um dos participantes, é um dos responsáveis pela descoberta do mais antigo fóssil humano encontrado em território português e um dos mais antigos da Europa, o crânio humano, de há 400 mil anos, encontrado na gruta da Aroeira, em Torres Novas.

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Essa descoberta foi feita em 2014 quando uma equipa liderada pelo arqueólogo João Zilhão, se encontrava em escavações no local e a descoberta científica foi divulgada em 2017. “Tivemos a sorte de o martelo pneumático ter acertado no crânio”, relatou João Zilhão na conferência sob o tema “O complexo arqueológico da rede cársica do Almonda e o seu crânio humano de há 400 mil anos”, que decorreu em 2018, em Torres Novas.

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) a 18 de abril de 1982, com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para o esforço envolvido na sua proteção e valorização.

Esta é uma iniciativa direcionada a profissionais das áreas museus e património, investigadores nas áreas de história, arqueologia, património e público em geral.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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