Torres Novas | Janeiro com humor, fado e etnografia no Teatro Virgínia

No Teatro Virgínia em Torres Novas, a programação de janeiro começa e termina com espetáculos de humor. Logo no dia 4 atua Bruno Nogueira, comediante que traz ao palco o seu mais recente espetáculo intitulado “Depois do Medo”. A fechar, no dia 25, é o ator Joaquim Monchique que apresenta a peça “God”.

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«Depois do Medo» marca o regresso de Bruno Nogueira ao stand up e, juntamente com isso, o regresso à escrita de sinopses na terceira pessoa do singular. Neste seu novo espetáculo, Bruno Nogueira aborda questões que só incomodam pessoas que têm demasiado tempo livre, podendo concluir-se à partida que o mundo, tal como o conhecem, vai ficar exatamente igual, lê-se na sinopse.

“God” apresenta-nos um Joaquim Monchique numa comédia literalmente divinal. Fez furor na Broadway em 2015 e em Portugal em 2016, onde registou mais de 50 mil espectadores em apresentações em Lisboa e por todo o país.

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Deus, através de Joaquim Monchique, volta a descer à Terra para que o público O possa ver e ouvir e para anunciar o estado das coisas na terra.

No dia 11 de janeiro, é a vez da fadista Carminho apresentar o álbum «Maria», depois de uma longa digressão internacional com passagem pelos quatro cantos do globo, desde a Europa, América Latina, América do Norte, Ásia, uma longa lista de mais de 20 países, um pouco por todo o mundo.

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Referem os programadores do Teatro Virgínia que “esta será a grande oportunidade para se ver, ouvir e sentir «Maria» ao vivo, um álbum que conta com a sua produção e inclui várias canções de sua autoria. Um disco verdadeiramente emocionante, aclamado pela crítica e já considerado um dos seus melhores trabalhos”.

Com um caráter mais regional, é o espetáculo “A Classe do Jaime”, de Susana Domingos Gaspar, que sobe ao palco no dia 18 de janeiro.

Classe do Jaime foi criada em 2018, com a Bolsa de Criação Filhos do Meio da Associação Materiais Diversos, atribuída a criadores da região de Santarém, interessados em criar propostas artísticas sedimentadas numa relação com a comunidade.

É um trabalho de par, a partir das danças tradicionais da Serra D’Aire e Candeeiros. Uma bailarina e um músico vão ao encontro de vários grupos de danças tradicionais, para uma prática continuada deste tipo de repertório, durante o processo.

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