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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Torres Novas | Gisela João e o seu fado de rebeldia, alegria e tristeza à flor da pele, no Teatro Virgínia

Depois de muitos meses longe dos palcos, encheu os Coliseus de Lisboa e do Porto e diz que sentiu, finalmente, que regressava à vida. Ao longo deste ano, Gisela João chegou a ponderar desistir da carreira, sentindo que aquilo que fazia (cantar) não faria, afinal, assim tanta falta ao mundo. Mas faz. E faz também falta ao mundo interior da fadista, que só conseguiu sacudir a depressão ao redescobrir a alegria de partilhar o seu trabalho com o público.

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No próximo sábado, 11 de dezembro, promete encher com a sua voz o Teatro Virgínia, em Torres Novas. E o público pode esperar o que está sempre garantido num espectáculo de Gisela João: interpretações plenas de emoção e de genuinidade, arrancadas das suas profundezas.

A fadista irá cantar sobretudo temas do seu terceiro álbum, “AuRora”, lançado na primavera deste ano, e gravado entre Lisboa e Barcelona, com produção de Michael League e coprodução de Nic Hard. 

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É o seu registo mais intimista e onde, como escreveu Gonçalo M. Tavares, ela “coloca na tristeza uma pressão que vem do tom com que recebe cada letra. O fado acelera, ganha velocidade como se a tristeza tivesse pressa. Não é um sítio para ficar – a tristeza é, umas vezes, o corredor de uma casa por onde se passa rapidamente para outro lado”. 

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GISELA JOÃO // AuRora
Teatro Virgínia | 11 de dezembro | 21h30 | 
Bilhetes| 15€ (descontos aplicáveis). Podem ser adquiridos na bilheteira local (segunda a sexta, das 15h às 18h30), nos pontos aderentes Fnac e Worten ou online em www.bol.pt

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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