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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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Torres Novas | Gala de Solidariedade do CRIT encheu Teatro Virgínia (c/vídeo e fotos)

O Teatro Virgínia encheu no sábado, 18 de novembro, para receber a Gala de Solidariedade do Centro de Reabilitação e Integração Torrejano (CRIT), momento aproveitado também para celebrar os 40 anos da instituição. Artistas como Paulo e Nuno Barroso, Micaela, Paco Bandeira, João Miguel, Nuno Norte ou Tozé Santos subiram a palco, de forma gratuita, para ajudar à aquisição de um novo autocarro de transporte de crianças.

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Não foi um ano fácil para os artistas, reconheceram os apresentadores, José Figueiras e Telmo Miranda. “Para nós artistas foi um solicitação enorme para eventos de solidariedade”, referiu Telmo Miranda, o que contribuiu para que certas figuras se recusassem a participar em algumas iniciativas, uma vez que já tinham acumulado vários espetáculos gratuitos. Ainda assim em Torres Novas compareceram alguns nomes sonantes da música nacional, como Pedro Barroso, Paco Bandeira, Micaela ou o jovem do “The Voice” Francisco Murta.

Gala de Solidariedade CRIT. A decorrer no Teatro Virgínia. Instituição celebra 40 anos

Publicado por mediotejo.net em Sábado, 18 de Novembro de 2017

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O espetáculo abriu com o hino do CRIT, uma composição de Nuno Barroso que contou com o coro da EB1 de Santa Maria e o maestro Mário Rui. O presidente do CRIT, José Faustino, abriu as intervenções, referindo ser aquele o terceiro espetáculo de solidariedade da instituição e que o dinheiro acumulado se destina a substituir o atual autocarro para transporte de crianças. Fundado em 1977, o CRIT dá atualmente apoio a 600 pessoas por semana.

Seguiu-se a intervenção do presidente da Câmara de Torres Novas, Pedro Ferreira, que foi um do fundadores da instituição e diretor da mesma durante várias décadas. “O CRIT foi daquelas instituições que nasceu do zero”, recordou, tendo surgido após o 25 de abril, constatando-se a necessidade de dar resposta a um conjunto de crianças que não iam à escola e ficavam entregues às famílias. No início eram 20 alunos e 15 funcionários, lembrou, “após um grupo de amigos correr o concelho” em busca de crianças que precisavam deste apoio.

Os vários artistas que subiram a palco falaram um pouco da sua carreira, recebendo uma lembrança do CRIT. A noite terminou com o corte do bolo dos 40 anos da instituição.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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