Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Sábado, Julho 31, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Torres Novas: “Futuro Eu” de David Fonseca estará presente no Teatro Virgínia

David Fonseca leva “Futuro Eu” ao Teatro Virgínia este sábado, dia 2, no ano em que atinge a maioridade da carreira musical iniciada com os extintos Silence 4. O concerto promete ser “uma festa de outro mundo” no qual a performance do artista não se esgota na música, enriquecendo-a com a atenção ao detalhe cénico que torna exclusivo cada espetáculo. Os novos temas “Chama-me que eu vou” ou “Hoje eu não sou” integram o alinhamento que não deixará esquecidos “Someone that cannot love” e “A Cry 4 Love”.

- Publicidade -

O lançamento do sexto trabalho discográfico de David Fonseca, “Futuro Eu”, faz parte do passado recente (outubro de 2015) e afirmou-se como um novo caso de sucesso na carreira musical do músico e compositor de Leiria que insiste em reinventar cada passo que dá. Nada é deixado ao acaso desde que se lançou a solo com “Sing Me Something New”, em 2003, e decidiu promovê-lo de forma inédita com atuações em 20 universidades portuguesas.

O primeiro single “Someone that cannot love” conquistou o amor do público e o segundo “The 80’s” chamou a atenção da Vodafone. Dois passos dados, grandes, aos quais se seguiu o projeto “Humanos” inspirado em António Variações (2004) com Manuela Azevedo e Camané. Na altura preparava o álbum “Our Hearts Will Beat As One”, editado em 2005, que subiu ao primeiro lugar do top nacional, valendo-lhe o single com o mesmo nome a terceira nomeação para os MTV Music Awards no ano seguinte.

- Publicidade -

A escalada deu cor aos sonhos traduzidos em “Dreams In Colour”, lançado em 2007, sem que as terras lusas exigissem legendas para perceber a essência dos temas cantados em inglês. Os leitores da revista Blitz elegeram-no como o melhor artista desse ano e o álbum conquistou a platina em 2008. A fama nacional estava instalada. Próximo passo? A internacionalização.

Lá fora fez a segunda participação no Festival South By Southwest (Austin, Texas) e editou “Dreams in Colour” em Itália, Grécia e Espanha, onde interpretou ao vivo temas como “Superstars II” e “Kiss me, oh kiss me”. Por cá lançou o primeiro DVD “12.04.08 Coliseu Dreams In Colour Live” e preparou o público para “Between Waves” (2009), quarto álbum a solo e segundo totalmente escrito e composto por si (o primeiro foi “Sing Me Something New”).

Topo das preferências nacionais, reconhecimento no estrangeiro, um DVD, uma comunidade online criada exclusivamente para os fãs (“Amazing Cats Club”) e quatro álbuns a solo em seis anos. Para assinalar os oito, em 2012, surgiu “Seasons – Rising : Falling”, resultante dos relatos de vida que foi dando a conhecer através de canções ao longo desse ano com a edição de “Seasons – Rising” no primeiro dia da primavera e “Seasons – Falling” no primeiro dia de outono.

Esteve parado entretanto? O cenário parece impossível na carreira musical de David Fonseca e é. No ano de 2010 acrescentou a máquina fotográfica aos instrumentos no espetáculo “U Know Who I Am – a man, a thousand instruments and a Polaroid” e em 2011 carimbou o passaporte musical no Brasil. Nos anos seguintes ao lançamento de “Seasons – Rising : Falling”, deu novos passos a caminho dos coliseus portugueses (2013) e de outros palcos nacionais, destacando-se os concertos especiais dos Silence 4 (2014). Um regresso ao passado que inspirou o lançamento de “Futuro Eu” no ano seguinte com nova reinvenção, os temas são todos cantados em português.

David Fonseca não pára e talvez a resposta esteja no concentrado de sucesso que provou com os Silence 4 e alimentou os fãs da banda durante quatro anos, desde a estreia em 1998 até à extinção oficial anunciada em 2002. Talvez… Uma coisa é certa, o músico e compositor não se repete, tem o “bichinho” de querer surpreender o público e o concerto do próximo sábado à noite no Teatro Virgínia, marcado para as 21h30, é retratado no seu site oficial como “uma festa de outro mundo”, assim que ali aterrar a “nave espacial”. Resta aguardar a chegada e fazer as “saudações torrejanas”.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome