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Sábado, Setembro 18, 2021

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Torres Novas: Feira Quinhentista começa esta quinta-feira

Pelo sétimo ano consecutivo, as Memórias da História dão lugar à recriação dos mais importantes momentos do passado de Torres Novas. Este ano, entre 2 e 5 de junho, e sob o tema «D. Jaime de Lencastre – no tempo das confrarias», o centro histórico da cidade recua até ao século XVI numa feira de época quinhentista.

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Através de momentos de recriação, atividades lúdicas, performances musicais e teatrais, será criado um verdadeiro ambiente quinhentista que permitirá efetuar uma verdadeira viagem no tempo.

Empunhar espadas na praça d’armas, viver num acampamento militar, cozinhar com os ingredientes e utensílios de antigamente e provar as iguarias nas muitas bodegas do recinto, desvendar o segredo do castelo ou entrar no submundo dos mendigos, doentes e prostitutas no postigo da traição, são apenas algumas das vivências desta viagem no tempo.

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Em nota de imprensa, a Câmara de Torres Novas faz o enquaramento histórico do evento e lembra o filho de D. Jorge de Lencastre, marquês de Torres Novas e duque de Coimbra, D. Jaime de Lencastre, neto bastardo de D. João II.

“Ilustre figura da Casa de Aveiro, que tinha o paço junto a Sant’Iago, Jaime de Lencastre foi padroeiro das quatro paróquias de Torres Novas e exerceu cargos eclesiásticos de relevância junto da corte de D. João III. Estamos na época dos Descobrimentos, surgia a Inquisição, era o tempo das confrarias, já antigas, e da fundação das primeiras misericórdias. Reinaram D. Manuel I e D. João III. O reino teve prosperidade, consequência das viagens marítimas e das riquezas de África, do Oriente e do Novo Mundo”.

“A vila”, reviverá a recriação histórica, “vive uma grande agitação com a chegada do novo prior, D. Jaime de Lencastre, futuro bispo de Ceuta. Funda-se o convento do Espírito Santo e anunciam-se novos templos, no rossio do Carrascal erguer-se-á depois um novo convento. Os homens bons do concelho fundam a Misericórdia, reunindo os bens das sete confrarias da vila (Santa Maria do Vale, Santa Maria dos Anjos, S. Pedro, S. Bento, de Jesus, do Salvador e de S. Brás), facto bem revelador da forte rede de coesão social de então. Torres Novas agita-se com a passagem de peregrinos e com a chegada do visitador, que castiga quem vive à margem das normas e vigia os costumes. O povo resiste, divertindo-se com os autos e farsas de António Prestes, dramaturgo torrejano da escola vicentina”.

É este o quadro histórico que inspira a recriação que a feira de época de Torres Novas que a autarquia preparou para este ano, entre quinta-feira e domingo, de 2 a 5 de junho.

MemoriasHistoria2016_JaimeLencastreA pulseira livre-trânsito custará 6€ e a pulseira diária 4€, podendo ser adquiridas nas bilheteiras do evento, junto ao recinto. A entrada é gratuita para crianças com idade até aos 12 anos, inclusive.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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