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Domingo, Setembro 19, 2021

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Torres Novas | “Fábrica Grande” na mira da Associação de Defesa do Património

Esta segunda-feira , dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador, a Associação de Defesa do Património de Torres Novas (ADPTN), afirmou que a Companhia Nacional de Fiação e Tecidos está fechada há quase 6 anos e que, desde então, o espaço da antiga fábrica está votado ao abandono.

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Em nota de imprensa, assinada por Ana Sofia Ligeiro, presidente da direção da ADPTN, pode ler-se que a Fábrica de Fiação e Tecidos de Torres Novas “empregou centenas de homens e mulheres”, entre 1845 e o ano 2011, tendo sido “protagonista de interessantes conquistas de apoio social aos trabalhadores”.

Em meados do século XX, continua, “a Fiação era marca de Torres Novas no panorama das exportações. Por cá, era sítio de bulício, de gente que se entrecruzava no portão, na rua que ganhou o nome de Fábrica. Ainda por lá habita uma escola, que convive diariamente com o cenário de degradação e de decadência”, observa.

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Segundo alerta a ADPTN, “desde o encerramento da Companhia, no ano 2011, são recorrentes furtos e saques, mas ninguém se preocupa muito com isso. Conseguiu-se salvar a documentação que por ali andava perdida, mas nada mais se viu fazer para garantir o futuro ou o espírito do lugar. Ao que parece, a Fábrica Grande está destinada a ideias pequenas e o seu futuro depende da vontade do seu proprietário, a banca”.

Situada no centro da cidade, junto ao rio Almonda, ocupando um “espaço privilegiado para gozar o rio e as suas margens repletas de sombras e de lugares onde apetece estar, a área da antiga “Companhia de Torres Novas” exige um projeto de reabilitação que devolva o espaço à cidade e aos seus habitantes”, defende a associação, tendo reclamado ser “urgente que surjam grandes ideias para o espaço da Fábrica Grande, ideias que se traduzam em planos e projetos onde se abrem zonas comuns, para usufruto de todos, coletivamente”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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