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Quarta-feira, Dezembro 8, 2021
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Torres Novas | Escola de Assentis fecha mais cedo por falta de funcionários

Três pessoas entraram de baixa médica e uma pessoa cessou contrato no espaço de poucos dias no Centro Escolar de Assentis – Chancelaria, o que obrigou a cancelar as atividades de prolongamento escolar e encerrar a escola pelas 15h00. Na reunião de câmara de Torres Novas de 18 de outubro, quarta-feira, a vereadora Helena Pinto (BE) pediu explicações ao executivo socialista e questionou pelo ponto de situação do concurso público para contratação de assistentes operacionais.

Na primeira reunião do mandato 2017/2021, que se pretendia mais voltada para os temas da distribuição de pelouros e competências, os vereadores da oposição, BE e PSD, quiseram porém colocar algumas questões no tradicional período antes da ordem do dia. Helena Pinto foi a primeira a intervir, questionando sobre a situação vivida no Centro Escolar de Assentis-Chancelaria, onde a falta de assistentes operacionais levou à suspensão, esta semana, das atividades de prolongamento, depois das 15h00.

A autarca lembraria que se chegou a bater pela abertura de mais vagas no anterior mandato, pedindo o ponto de situação de um concurso público lançado pelo município para contratar mais funcionários para as escolas.

A resposta partiu do vereador Luís Silva (PS), que no anterior mandato era responsável pelo pelouro da Educação. O vereador explicou que, no espaço de “poucos dias”, três assistentes operacionais meteram baixa médico e um outro rescindiu contrato.

Adiantou ainda que o Câmara Municipal está a tentar, junto do respetivo agrupamento, que sejam deslocados funcionários para aquela escola, e que brevemente pretende abrir concurso para contratar 14 assistentes operacionais. Em novembro também vão ficar disponíveis 10 pessoas do Centro de Emprego.

“Perder quatro funcionários não é fácil”, constatou, pelo que “por questões de segurança o agrupamento entendeu cancelar as atividades” de prolongamento depois das aulas. “A componente letiva está assegurada”, garantiu.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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