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Quinta-feira, Dezembro 9, 2021
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Torres Novas | Empreitadas na antiga Central Elétrica do Caldeirão e no Almonda Parque decorrem “a bom ritmo”

As empreitadas de requalificação da antiga Central Elétrica do Caldeirão, espaços exteriores e no Almonda Parque estão a decorrer “a bom ritmo”. Num investimento superior a 1 milhão de euros, com apoio de fundos comunitários, a autarquia de Torres Novas prevê que a intervenção no Almonda Parque esteja concluída no final do primeiro trimestre de 2021. Já no caso da obra na central elétrica do Caldeirão, o Município estima que a sua conclusão ocorra no início do segundo semestre de 2021.

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O ponto de situação é feito pela autarquia torrejana em comunicado, onde dá conta de que o presidente do Município, Pedro Ferreira, visitou na quarta-feira, 16 de setembro, as empreitadas que são parte integrante do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Torres Novas.

Na ocasião, o autarca – acompanhado por elementos do executivo e da autarquia – constatou no local “o avanço dos trabalhos”, refere a nota.

Projeto Almonda Parque. Foto: CM Torres Novas
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Desta empreitada fazem parte a construção do parque público, de uma nova ponte da Bácora, a intervenção no Moinho dos Duques, nos arruamentos, incorporando a ciclovia e requalificação da zona da Tarambola. Uma requalificação que pretende “contribuir para a revitalização e qualificação do centro histórico através da transformação do espaço em parque urbano, permitindo promover a fruição e a acessibilidade ao rio”, diz a autarquia.

Já no caso da obra na central elétrica do Caldeirão, o Município estima que a sua conclusão ocorra no início do segundo semestre de 2021. Neste caso, o espaço vai ganhar uma área museológica – um Centro de Interpretação – salvaguardando as características arquitetónicas do edifício.

Projeto de requalificação da antiga Central Elétrica do Caldeirão. Foto: CM Torres Novas

Uma obra que pretende “devolver a centralidade do edifício” ao mesmo tempo que lhe dará “condições para acolher ações culturais e de dinamização social e económica, incluindo um restaurante, um espaço multiusos para espetáculos, áreas para comércio e serviços e todo o tratamento do jardim exterior com vista para a tarambola”, conforme explica o Município de Torres Novas.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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