Torres Novas | Drama, de Victor Hugo Pontes, este sábado no Teatro Virgínia

‘Drama’, uma criação de Victor Hugo Pontes, parte de ‘Seis Personagens à Procura de Um Autor’ (1921), tal como ‘A Gaivota’ de Tchékhov foi o ponto de partida para ‘Se Alguma Vez Precisares da Minha Vida, Vem e Toma-a’. Victor Hugo Pontes dá assim continuidade à sua pesquisa em torno das fronteiras que separam (ou não) o teatro e a dança, a palavra e o movimento. ‘Drama’ recria cena a cena a peça seminal de Pirandello, levando mais longe as questões acerca do próprio ato criativo: Até que ponto é possível coreografar um clássico da dramaturgia? Que tipo de objeto resulta? Que interpretações são suscitadas?

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Tal como acontece em Pirandello, ‘Drama’, ao ampliar o jogo metateatral da peça recriada e ao romper com convenções da composição coreográfica, cria uma linguagem artística simultaneamente peculiar e desafiadora, quer para o coreógrafo e os intérpretes, quer para o público.

Victor Hugo Pontes nasceu em Guimarães, em 1978. É licenciado em Artes Plásticas – Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em 2001, frequentou a Norwich School of Art & Design, Inglaterra. Concluiu os cursos profissionais de Teatro do Balleteatro Escola Profissional e do Teatro Universitário do Porto, bem como o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Forum Dança.

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Como criador, a sua carreira começa a despontar a partir de 2003 com o trabalho Puzzle. Desde então, vem consolidando a sua marca coreográfica, tendo apresentado o seu trabalho por todo o país, assim como em Espanha, França, Itália, Alemanha, Rússia, Áustria, Brasil, Países Baixos, entre outros. É, desde 2009, o Diretor Artístico da Nome Próprio – Associação Cultural.

Os bilhetes têm o custo de 7,5€, sendo aplicáveis descontos, e podem ser adquiridos na bilheteira local (de segunda a sexta das 15h às 18h30), nos pontos de venda Fnac e Worten e online em www.bol.pt.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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