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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Torres Novas | Conheça a feira em que os frutos secos se saboreiam com cultura

A 33ª edição da Feira Nacional dos Frutos Secos arranca esta sexta-feira, dia 28, e os motivos de visita à Praça 5 de Outubro e à Praça dos Claras multiplicam-se até 7 de outubro. O programa dedicado aos frutos secos é recheado de cultura com diversos momentos em que as iguarias locais se saboreiam com música, folclore, magia, teatro de rua e performances.

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A abertura oficial está marcada para as 20h00 de sexta-feira e a música surge com a atuação da Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense, que acompanha os primeiros minutos, e no concerto de Xarepa & Vanessa, às 22h30, na Praça dos Claras. Feitas as despedidas do primeiro dia, regressa ao mesmo local no sábado cuja noite fica marcada pelos “Cantares D’Outrora”, às 22h30.

A música é mesmo o sabor cultural mais forte do evento nacional e, na tarde de domingo, os frutos secos partilham o protagonismo com a música da Bandinha Mirense no recinto e com “As Camponesas de Riachos”, às 15h30, e a Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense, às 17h00, na Praça dos Claras. Quem ficar por aqui, termina o fim-de-semana ao som do fado de Teresa Tapadas no espetáculo marcado para as 21h30.

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A fadista Teresa Tapadas atua no primeiro domingo. Foto: mediotejo.net

Entre segunda-feira e quarta-feira, o destino e o horário da saída noturna é o mesmo com a Praça dos Claras a receber, às 20h30, os concertos de Pedro Dyonysyo no dia 1, Diana Pereira & Hélio Vieira no dia 2 e Sónia Mota & Ricardo Nogueira no dia 3. Na quinta-feira, o destino mantém-se, mas o horário muda para as 22h00, hora em que é apresentada a música tradicional portuguesa do grupo “A Caravana”.

Os sons dos instrumentos e as vozes dos artistas continuam até ao final do evento com diferentes ritmos, dividindo-se os do feriado, no dia 5, pelo recinto e a Praça dos Claras. O primeiro espaço acolhe a Bandinha Mirense e a Banda Às Riscas durante a tarde e o segundo as “Vozes d´Art & NaR”, às 15h00, e os “Ahkorda”, às 22h30. Chegado o último fim-de-semana, o recinto é animado nas duas tardes pela Fanfarra dos Bichos e também, no sábado, pelos Xaral’s Dixie.

A Praça dos Claras, por sua vez, recebe o fado de Liliana Jordão às 23h00 de sábado, pouco antes dos visitantes regressarem a casa. No domingo à tarde estão de regresso para ouvir os últimos momentos musicais desta edição da Feira Nacional dos Frutos Secos com a Banda Filarmónica União Matense, às 16h00, e o Bando da Terra Velhinha, às 17h00.

O músico Pedro Dyonysyo atua no dia 1 de outubro. Foto: mediotejo.net

No entanto, o cartaz cultural não se fica pela música e as propostas incluem outras áreas artísticas, começando pelo teatro de rua “Ceirões, Passas e Barrões” nas tardes de 29 e 30 de setembro e 5 e 7 de outubro. No dia 5 cruza-se com a performance “Velocipedia” do Projeto EZ, que regressa na tarde de dia 6. O ponto de encontro com o teatro de rua e as performances é o recinto e quando falamos de folclore e magia passa para a Praça dos Claras.

É aqui que atuam o Rancho Folclórico SMUT (Sociedade Musical União e Trabalho), das Lapas, e o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos, às 16h00 e às 18h00 do feriado, respetivamente. No último dia do evento, 7 de outubro, quem dança com tradição é o Rancho Folclórico Recreativo “Os Ceifeiros de Liteiros”, às 17h30, e o Rancho Folclórico de Torres Novas, às 19h00. Momentos mágicos aos quais se junta o proporcionado, às 22h00 de dia 6, pelo “Zé Mágico” no espetáculo “O Quê?”.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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