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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Torres Novas | Concelho celebrou o Armistício da I Guerra Mundial

No domingo, 11 de novembro, decorreu no Largo dos Combatentes em Torres Novas uma cerimónia evocativa dos 100 anos do Armistício e homenagem aos combatentes da Grande Guerra. Às 11h00, em Torres Novas e por todo o mundo, os sinos das igrejas tocaram a rebate, uma iniciativa simbólica para lembrar precisamente a hora em que em 1918, há cem anos atrás, se declarava o cessar-fogo da I Guerra Mundial.

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Nesta cerimónia, organizada pelo município de Torres Novas e pelo núcleo de Torres Novas da Liga dos Combatentes, representada pelo seu presidente, General Abel Lemos Caldas, o presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira, relembrou no seu discurso que este dia, simbólico do renascer da paz, de uma guerra em que milhares de soldados sobreviveram e outros perderam a sua vida, “merece uma reflexão muito mais profunda”, sobretudo dos mais jovens que são o futuro das nações”.

O autarca lembrou também os milhares de militares portugueses que perderam a sua vida em combate, e nos quais se incluem muitos torrejanos: “Gente simples, muitos do meio rural do nosso concelho, onde a Guerra os reclamou e os retirou da tranquilidade do amanho das terras e do carinho de um lar com muitos filhos, para uma primeira linha de fogo e de gases, onde a grande maioria deles, de guerra só ouviam falar e de armas pouco ou nada sabiam utilizar”.

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Nesta efeméride, que Pedro Ferreira definiu como marcante, o presidente da autarquia deixou um apelo a todos os governantes: que se descubra um caminho sempre pautado pela geração de consenso “Para que não voltemos a comemorar mais Dias de Armistícios”.

O presidente da câmara municipal e o presidente do núcleo de Torres Novas da Liga dos Combatentes depositaram flores junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra.

De recordar que em abril o executivo municipal, juntamente com familiares de combatentes da Grande Guerra, deslocaram-se a França para marcar o centenário da batalha de La Lys.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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