Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Sexta-feira, Setembro 17, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Torres Novas | CDS questiona Governo por medidas contra poluição no rio Almonda

A deputada do CDS-PP eleita pelo distrito de Santarém, Patrícia Fonseca, questionou o Governo sobre os recentes episódios de poluição no rio Almonda querendo saber, nomeadamente, se o Ministro do Ambiente e da Transição Energética tem conhecimento de mais este foco poluente, ocorrido nos últimos dias no rio Almonda, e se foi já identificada a fonte de poluição, tendo referido que esta semana foram divulgadas imagens de poluição e centenas de peixes mortos no rio Almonda, na zona de Torres Novas.

- Publicidade -

A deputada do CDS-PP questiona ainda com que frequência tem sido feita a recolha de amostras para análise da água neste curso de água e com que resultados, e, sendo conhecidas várias descargas neste afluente do rio Almonda, quantos autos foram levantados e quantos tiveram seguimento, e que medidas foram já tomadas pelo Governo no sentido de dar cumprimento à Resolução da AR n.º 209/2017, de 11 de agosto, e com que resultados.

Em comunicado, o CDS-PP dá conta que ao longo dos últimos quatro anos foram várias as perguntas que aquele partido dirigiu ao Governo a propósito de casos repetidos de poluição, quer no rio Almonda quer na ribeira da Boa Água, um seu afluente.

- Publicidade -

“Em julho de 2017, o CDS-PP apresentou um Projeto de Resolução, recomendando ao Governo a tomada de medidas urgentes necessárias à despoluição efetiva e total da Ribeira da Boa Água e, consequentemente, do rio Almonda, que deu depois origem a uma Resolução da Assembleia da República”, lembra a deputada centrista.

“Infelizmente, e com o passar do tempo, mantêm-se os episódios constantes de poluição nos cursos de água do distrito de Santarém, e nomeadamente na rede hidrográfica do rio Almonda e seus afluentes, bem como as queixas repetidas das populações afetadas”, conclui.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome