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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Torres Novas | BE questiona Governo por soluções para Avenida do Bom Amor

Os deputados do Bloco de Esquerda eleitos pelos círculos de Santarém e Leiria, Carlos Matias e Heitor Sousa, respetivamente, questionaram esta semana o Governo sobre a elevada sinistralidade na Avenida do Bom Amor, em Torres Novas. Numa carta dirigida ao Ministério do Planeamento e Infraestruturas, questionam sobre medidas para resolução do problema.

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Refere o documento, enviado às redações, que “a Avenida do Bom Amor, na EN 349, em Torres Novas, é considerada um ponto negro de segurança rodoviária, devido ao elevado índice de sinistralidade, incluindo vítimas mortais que ocorrem nesta via. É assumido pela autarquia e pelas Infraestruturas de Portugal a necessidade de proceder a obras de reabilitação da via que visam sobretudo aumentar a segurança rodoviária através da construção de rotundas e colocação de semáforos. Porém, essas obras nunca mais avançam. A população está indignada pela demora numa obra reconhecida como urgente”.

Os deputados recordam que o município torrejano já se mostrou disponível para assumir a elaborações do projeto de reabilitação, mas que não terá recebido ainda luz verdade para avançar pelas Infraestruturas de Portugal (IP). “A Direção Regional de Santarém e técnicos de prevenção rodoviária da mesma instituição fizeram uma visita à EN349 (à Avenida do Bom Amor) em janeiro de 2018, no sentido de serem identificadas medidas provisórias para atenuar ou acabar com a sinistralidade grave naquela via e que, dizia-se, iriam ser executadas com a brevidade possível”, adiantam. 

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Apesar de ter havido notícias de possíveis acordos e lançamento de obras em 2019, até ao momento, constatam, nada foi feito. Assim questionam se o Governo tem conhecimento da situação, porque é que a IP ainda não deu luz verde à Câmara de Torres Novas e se existe alguma data prevista para início das obras.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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