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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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Torres Novas: Associação do Património quer criar fórum de reflexão sobre o município

Criada em 1980, a Associação de Defesa do Património de Torres Novas (ADPTN) foi reativada, com uma sessão de apresentação dos novos corpos sociais na tarde do solstício de Verão, 20 de junho, segunda-feira. A instituição quer promover a reflexão sobre o património torrejano, através da “produção de conhecimento sobre o território, a sensibilização e a promoção da literacia sobre estes patrimónios”.

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Num texto lido por Ana Sofia Ligeiro, membro da direção, refere-se que “volvidos 36 anos desde a sua criação, voltamos a sentir a necessidade de criar um espaço agregador, um ponto de encontro para os que querem dialogar sobre Torres Novas, a cidade e o concelho”. “A missão fundamental da ADPTN é o contributo para a proteção integrada dos patrimónios, material e imaterial, cultural e natural através da produção de conhecimento sobre o território, a sensibilização e a promoção da literacia sobre estes patrimónios”, destacou.

“A ADPTN quer criar um fórum de reflexão sobre Torres Novas, aberto à participação individual onde cada um tribute o seu conhecimento sobre a história, a gente e o espaço de Torres Novas. Acreditamos que o conhecimento sobre estas matérias contribuirá para aumentar a capacidade de resiliência do concelho e que através do encontro e do debate de ideias poderemos contribuir para a qualificação da nossa cidadania”, continuou.

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Os novos corpos sociais integram assim elementos de várias áreas, como história, arte, arqueologia, arquitetura, geografia, cultura, design, entre outros.  Os elementos, na direção, são Ana Sofia Ligeiro, Marco Liberato, Margarida Moleiro, Vitória Duarte e Cátia Freitas. Na assembleia geral encontram-se Romão Ramos, João Assis e Armanda Teixeira. No conselho fiscal estão Inês Jerónimo, Susana Gaspar e Pedro Duque.  Já no conselho consultivo encontram-se José Ribeiro, Jorge Serra, João Carlos Lopes, Jorge Salgado Simões, João Bracons e Denis Kern Hickel.

A associação vai organizar-se em grupos de trabalho temáticos, como arqueologia e história, ambiente, urbanismo e ordenamento do território, educação, efemérides e personalidades, museus e património, artes e culturas. “O intuito destes grupos de trabalho é a produção de conhecimento e a construção de perspetivas sobre Torres Novas”.

A dirigente referiu ainda que “como associação queremos criar um lugar de encontro da população, ouvir as vossas questões e as ideias que têm para a evolução deste lugar, e com estas ideias criar uma agenda, um trilho evolutivo por onde seguir para salvaguardar o nosso património enquanto força motriz do desenvolvimento do nosso território”.

O próximo debate realiza-se em dezembro, aquando o solstício de inverno, com o tema “o que queremos dos patrimónios de Torres Novas”. “Em 2017 e 2018 decorrerão estes dois encontros nos solstícios de Verão e Inverno, reuniões da direção, duas reuniões ordinárias da Assembleia Geral e iniciativas públicas promovidas pelos grupos de trabalho”.

“Este encontro hoje, em dia de solstício e também de lua cheia, a marcar a transição de dois ciclos, deve lembrar-nos que a realidade é mutável e que a evolução nos obriga a criar soluções à luz da mudança”, terminou.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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