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Torres Novas | António Lúcio Vieira lança “25 Poemas de Dores e Amores”

António Lúcio Vieira, vencedor da primeira edição do Prémio Literário Médio Tejo Edições, lança o livro “25 Poemas de Dores e Amores” pelas 16h00 deste sábado, dia 16, na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes. O momento inclui declamação de poemas e sessão de autógrafos, contando com a apresentação de António Matias Coelho, presidente da Associação Casa-Memória de Camões, e a presença do compositor Pedro Barroso, autor do prefácio.

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Segundo o músico, António Lúcio Vieira é um “poeta maior” que conseguiu “erguer uma poesia de culto e de excelência” do “cinzento amargo da sua própria cinza”. Para quem “quer ler Lúcio Vieira” deixa o conselho: “dispa-se de atitude e abra a porta do sentir. Sofra com ele tudo que não foi e devia ter sido. Tudo o que se sonha e nunca se cumpriu e a alavanca imensa que nas suas palavras transcende a semântica e o bom comportamento sindical das palavras domesticadas. Com ele as palavras são, cada uma, um grito de alma próprio na junção da ideia. Uma pincelada do sentir”.

Capa do livro “25 Poemas de Dores e Amores”. Foto: DR

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A poesia de António Lúcio Vieira foi reconhecida no passado dia 9 de setembro, destacando-se entre os 24 trabalhos que mostraram uma região fértil em poetas. No total, participaram 36 concorrentes e além da distinção nesta categoria, que o autor não recebeu pessoalmente por motivos de saúde, foram atribuídos prémios na categoria de Romance a Evelina da Silva Gaspar, pela obra “Na massa do sangue”, e na de Não-Ficção a Paulo Jorge de Sousa, pelo trabalho “O Arneiro, ensaio fotográfico”.

Os três convenceram o júri composto por Patrícia Fonseca, diretora editorial da Médio Tejo Edições e jornalista da revista Visão, Patrícia Reis, escritora e CEO da 004 e editora da revista Egoísta, António Matias Coelho, historiador e presidente da Associação Casa-Memória de Camões, e Margarida Teodora, diretora da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes e chefe de divisão de Educação e Cultura da Câmara Municipal de Torres Novas, conquistando a publicação das respetivas obras e um prémio monetário no valor de 500 euros.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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