Torres Novas | Airsoft é a nova modalidade desportiva da UDRZA

Airsoft é a nova modalidade que a União Desportiva e Recreativa da Zona Alta tem no seu programa. Trata-se de um desporto de ação que simula situações de combate e operações militares, em que se procura o realismo, com réplicas de armas e equipamentos muito parecidos com os reais. Alexandre Correia é o responsável por este desporto, que pode ser praticado a partir dos 16 anos.

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O Airsoft é um desporto que utiliza armas de pressão que disparam bolinhas de plástico (bbs) de 6 milímetros de diâmetro. As bbs são rígidas e sem tinta, por isso a honra dos jogadores é fundamental para o desenvolvimento deste desporto, já que o jogador deverá acusar que foi atingido e sair do jogo.

“Assim que é atingido o jogador põe as mãos em cima da cabeça e diz que foi atingido. É uma questão de honra, porque se for atingido e não disser nada e os adversários descobrirem que mentiu começa a não ser bem visto. A honestidade dos jogadores é fundamental para este desporto”, explica Alexandre Correia.

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Num comunicado enviado à Comunicação Social a URDZA explica que “as armas são réplicas de armas de fogo, porém, o seu mecanismo interno em nada se assemelha com as mesmas, sendo impossível qualquer conversão das armas de airsoft para o uso com munições reais”.

O uso de proteções oculares e máscara de proteção do rosto são obrigatórios, por uma questão de segurança, de forma a evitar que alguma das bolinhas de plástico bata nos olhos ou na face.

Os jogos são compostos por duas ou mais equipas, vencendo a que conseguir cumprir o seu objetivo primeiro, existindo uma infinidade de objetivos.

Os atletas da UDRZA treinam aos fins-de-semana, em Alcorriol: “É um jogo mais saudável do que ficar no sofá e no computador. Podem jogar maiores de 16 anos (com autorização parental), sem qualquer limite de idade”, informa Alexandre Correia.

“O airsoft é muitas vezes confundido com paintball – lê-se no comunicado – mas, existem muitas diferenças, pois as munições de airsoft são mais baratas, utilizam-se réplicas de armas de pressão o que dá mais realismo aos jogos, os  tiros não machucam tanto quanto o paintball e a roupa e os equipamentos não ficam manchados de tinta. Procura-se a realidade, tanto nas armas, como no vestuário e no comportamento tático dos jogadores”.

Quem quiser experimentar basta entrar em contacto com Alexandre Correia, através do e-mail taskforcefalcon@hotmail.com

De 11 a 13 de maio a equipa de Airsoft da União Desportiva e Recreativa da Zona Alta vai estar representada na Lourinhã, no Oscar Mike – “Enemy Lines”, onde são esperados  cerca de mil pratricantes da modalidade.

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Gisela Oliveira
Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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