Tomar | Vendedor contesta falta de condições no mercado municipal

Um vendedor do mercado municipal de Tomar aproveitou a última sessão de assembleia municipal, realizada a 29 de junho, para dar a conhecer um conjunto de reivindicações com vista a melhorar as condições de trabalho que o espaço apresenta atualmente. Falando em nome de um conjunto de proprietários de lojas no mercado municipal de Tomar, José Manuel Oliveira Duarte começou por apontar que os mesmos estão descontentes por algumas situações que têm vindo a acontecer nos últimos meses e que, na sua opinião, facilmente seriam resolvidas.

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“Falo da limpeza geral do mercado, por exemplo nas casas de banho, especialmente à sextas-feiras (dia de mercado semanal). Outro problema é a falta de um aparelho para matar moscas, sendo que alguns dos que existem estão estragados. Há falta de luz no exterior do mercado, devido a luzes que estão fundidas há mais de seis meses, o que é um problema. Alguns vendedores que estavam na tenda foram obrigados a vender na rua para que a tenda realizasse eventos, mas estes foram poucos… e nem sequer aconteceram em horário de mercado. Também faz falta uma máquina de multibanco no recinto do mercado, para que as pessoas possam levantar dinheiro sem saírem”, enunciou, referindo que estas situações advém “da falta de chefia do mercado”.

Considerou, por fim, que a mudança da feira de Santa Iria para as imediações do mercado também “não será benéfica para ninguém”, embora compreenda que existam poucas alternativas.

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O presidente em exercício, Hugo Cristóvão, respondeu que o problema da iluminação não se verifica apenas no mercado, cabendo à EDP a substituição dos BIPS, o que não sucede com a celeridade desejada. Quanto à caixa multibanco reconheceu que “é uma mais valia para o mercado” mas até agora ainda não conseguiram que nenhuma instituição bancária aceitasse esse pedido. Quanto à Feira de Santa Iria, referiu que vários vendedores do mercado concordaram com esta solução, sendo que o inverso são opiniões que registam.

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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