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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Tomar vence Juventude de Viana e apanha Sporting na Taça 1947 de hóquei em patins

O Sporting de Tomar venceu a Juventude de Viana por 3-1 nos quartos de final da primeira edição da Taça 1947, nova competição de hóquei em patins que se realiza entre os dias 09 e 13 de dezembro, na Mealhada. No sábado, às 15:00, o Sporting de Tomar defronta na meia final da prova o Sporting Clube de Portugal. O jogo da outra meia final, às 11:00, vai opor as equipas do Benfica e Oliveirense.

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Segundo explicou a Federação de Patinagem de Portugal, para esta edição foram apuradas as oito equipas com quociente do total de pontos conquistados/total de jogos realizados, após a 13.ª jornada do campeonato, sendo a competição a eliminar.

O treinador do Sporting de Tomar, Nuno Lopes, destacou ao mediotejo.net a importância de um clube centenário como é o clube tomarense participar neste 1ª edição da Taça:

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Para além do jogo entre Tomar e Juventude de Viana, que os tomarenses venceram por 3-1, o sorteio ditou ainda que o Sporting, líder do campeonato, defrontasse a Sanjoanense num jogo que terminou empatado 3-3 mas em que a vitória acabaria por sorrir aos lisboetas por 5-3.

O Benfica, por sua vez, defrontou o Óquei de Barcelos (3-2), ao passo que a Oliveirense jogou contra o Valongo (3-1).

Os jogos decorrem no Pavilhão Municipal de Luso, na Mealhada.

Quadro de jogos dos quartos de final:

– Benfica 3 Óquei Barcelos 2

– Sanjoanense 3 Sporting 3 (3-5)

– Oliveirense 3 Valongo 1

– Juventude Viana 1 Sporting de Tomar 3

Meias finais:

– Sábado, 12 dez

Jogo 1: Benfica – Oliveirense, 11:00

Jogo 2: Sporting – Sporting de Tomar, 15:00

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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