Tomar | CDU quer que requalificação da Várzea Grande potencie Convento de São Francisco

A CDU de Tomar levou a cabo na quinta-feira, 13 de abril, a terceira tertúlia dedicado ao tema da “Requalificação da Várzea Grande / Feira de Santa Iria” considerando que a mesma deva ser pensada “tendo em conta a decisiva importância da dinamização da economia a nível do concelho”, para que, seja possível criar empregos, atrair novos habitantes e rejuvenescer a população.

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“Para além da requalificação em abstrato do espaço, que só por si era exigível há décadas, deve esta obra ainda potenciar a futura requalificação de todo o Convento de S. Francisco que deverá vir a albergar um conjunto museológico que se assuma como cartão de acolhimento a quem visita Tomar através da rodovia e ferrovia”, consideram.

De acordo com a CDU, deve ser elaborado um programa especifico de atração de fluxos de turistas através da ferrovia e partir-se para a implementação de uma nova estratégia na área do turismo que assente na criação de condições “para que o fluxo de visitantes a Tomar disponha de ofertas concretas que incentivem a permanência do turista, no nosso território, por mais de 24 horas”.

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Da análise do estudo apresentado a CDU colocou três questões prévias que, na sua opinião, não dissociáveis deste projeto: a primeira passa por iniciar, de imediato, negociações com o Exército para a cedência dos espaços nas traseiras do
Convento de S. Francisco para a instalação de um parque de estacionamento para carros ligeiros e autocarros com serviço de assistência aos autocarros; a segunda passa por procurar um espaço alternativo para a realização da Feira de Santa
Iria, que futuramente se possa vir a transformar num Parque de Feiras; a terceira para entrar em negociações com a Ordem Terceira de São Francisco por  causa do claustro do convento, localizado do lado esquerdo do edifício.

Quanto ao projeto em si, a CDU defende que não deve haver estacionamento entre o Padrão e o Palácio da Justiça (o que representa menos 30 lugares) no sentido de garantir a unidade e continuidade em todo aquele espaço e que o mesmo deve melhorar a interação entre o Convento S. Francisco e a placa central, reduzindo ao mínimo o efeito do estacionamento e circulação na via que os separa.

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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