Tomar | Prorrogado concurso para requalificação da Igreja de São João Baptista

Foto: DR

O Município de Tomar tem a decorrer o procedimento de concurso público para a empreitada de recuperação/requalificação da Igreja de São João Baptista, na Praça da República, em Tomar. Foi aprovado o início do procedimento de concurso público, referente à 1ª fase, com um preço-base de 1 milhão e 736 mil euros e um prazo de execução de 365 dias. Em reunião de Câmara, foi ratificado o despacho de prorrogação do prazo de resposta aos pedidos de informação de erros e omissões até 30 de setembro de 2020, e a prorrogação do prazo de entrega de propostas até às 18 horas do dia 30 de outubro.

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Anabela Freitas explicou que está a decorrer o procedimento de concurso público para empreitada de requalificação da Igreja de São João Baptista e que um conjunto de concorrentes pediu esclarecimentos que têm de ser dados pelo projetista. Por sua vez, “o projetista pediu prorrogação até 30 de setembro para responder a todos os pedidos de informação”, pelo que a autarquia tem de “aumentar os prazos” quer de resposta, quer de entrega de propostas pelos concorrentes.

Recorde-se que há alguns anos que a Igreja, junto à Praça da República e ao edifício dos Paços do Concelho, está sinalizada com necessidade premente de obras, havendo inúmeras infiltrações no seu interior, com problemas cuja gravidade vai aumentando progressiva e rapidamente.

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Além de ser uma ambição da própria paróquia, esta é considerada uma obra “premente” tendo em conta “os graves problemas e bastantes infiltrações, especialmente nos dias de chuva, que fazem com que chova lá dentro e em zonas da nave central”, indicou Hugo Cristóvão, vice-presidente da autarquia.

“Se esta intervenção demorasse muito mais poderia pôr em causa a segurança do edifício”, advertiu o vereador.

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O projeto teve pareceres positivos da DGPC, tendo sido solicitado que o projeto fosse dividido em duas fases. A Direção-Geral do Tesouro e Finanças autorizou a entrada em obras, tal como já havia ocorrido com a Sinagoga de Tomar, uma vez que se trata de um monumento nacional.

A obra será financiada a 85% por fundos comunitários, e a autarquia espera que a componente nacional possa ser comparticipada pela DGTF. “Se não forem as autarquias a fazerem investimento no património do Estado, as coisas a acabam por cair”, disse a autarca Anabela Freitas (PS) aquando a aprovação do início do procedimento concursal.

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