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Quarta-feira, Junho 16, 2021

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Tomar | População imigrante tem aumentado no concelho. Câmara descarta situações de alarme

A população imigrante no concelho de Tomar tem vindo a aumentar, sobretudo vindo do Reino Unido. No que respeita aos imigrantes que vêm trabalhar para o concelho, essencialmente na construção civil e na zona empresarial, a presidente do Município admite que a autarquia tem vindo a monitorizar a situação, não havendo situações alarmantes.

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“Aquilo que são as imagens a que nós assistirmos noutros pontos do país em nada tem a haver com aquilo que era a realidade em Tomar”, disse Anabela Freitas em reunião de Câmara esta segunda-feira, 24 de maio.

“Ninguém está livre daquilo que são as imagens a que temos assistido”, admite, referindo que a autarquia tem monitorizado o fluxo migratório no concelho e “para já, não temos aqui nada de alarmante”.

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A questão dos imigrantes a residir e trabalhar no concelho foi levantada pelo vereador social-democrata Luís Ramos que lembrou as notícias que têm saído noutros municípios, nomeadamente “denúncias na comunicação social acerca das condições indignas em que alguns imigrantes vivem”.

“Não sabemos qual a realidade no concelho de Tomar, mas apercebemo-nos de que há um aumento do número de imigrantes. Temos de estar atentos a este fenómeno migratório e tentar perceber em que condições é que estas comunidades se encontram instaladas no concelho”, afirmou.

Luís Ramos sugeriu ainda a realização de um diagnóstico social sobre esta situação de modo a permitir um apoio à integração destas comunidades.

Em resposta à questão colocada pelo vereador, Anabela Freitas confirmou o aumento da população imigrante em Tomar mas “não é população imigrante que venha trabalhar. A comunidade tem aumentado, sobretudo [vinda] do Reino Unido”, disse.

Não obstante, a edil referiu a existência de imigrantes de fora da União de Europeia a trabalhar no concelho, sobretudo na área da construção civil e em empresas da zona industrial. “Nomeadamente, naquela que teve um surto de Covid o ano passado [referindo-se à fábrica de transformação de carnes] e durante essa altura foi feita visita às casas para ver se tinham condições ou não”, expôs.

Áudio | Anabela Freitas fala sobre situação dos imigrantes no concelho

Aquelas que não reuniam condições foi quando transportámos as pessoas que estão positivas para a base naval do Alfeite. Foi um processo que foi feito na altura, foi avaliada a legalidade, condições das habitações e foi falado entre a Câmara e a ACT [Autoridade para Condições no Trabalho] no sentido de acompanhar melhorias nas habitações.

(…) As casas estavam com água quente, com todas as condições. O que se assistia era numa casa para quatro estarem lá seis pessoas”, acrescentou, explicando que esta última situação foi falada com as empresas.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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