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Segunda-feira, Setembro 20, 2021

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Tomar | Pantalha mostra cinema a céu aberto em Cem Soldos até 10 de julho (c/trailers)

“Pantalha” – que significa tela de projeção – é o nome da mostra de cinema ao ar livre que está a decorrer na localidade de Cem Soldos desde 26 de junho, com exibições ainda a 3 e 10 de julho, numa parceria entre o Sport Club Operário de Cem Soldos (SCOCS) e a produtora Tripé. “Prazer, Camaradas!”, “Hotel Império” e “Volta à Terra” são os filmes a ser exibidos, assim como as curtas-metragens “Balada de um Batráquio”, “California” e “Penúmbria”.

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Na rua de S. Sebastião, perto do centro da aldeia, o convite está lançado para, aos sábados à noite, às 21:00, até dia 10 de julho, visualizar alguns dos mais recentes filmes realizados por portugueses, de forma a dar a conhecer o que se tem produzido cinematograficamente na língua de Camões.

Este sábado, dia 3 de julho, é vez da apresentação da curta-metragem “California” (2018), de Nuno Baltazar, e de “Hotel Império” (2018), uma longa metragem ficcional de Ivo Ferreira.

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A Pantalha, que significa tela de projeção, pretende ainda fazer “jus ao legado que a aldeia de Cem Soldos tem criado na valorização da cultura portuguesa, principalmente, através do [festival de música portuguesa] Bons Sons”, refere o SCOCS, que, desde 2006, organiza o festival que em agosto atrai milhares de visitantes à localidade.

No dia 26 de junho foi exibida a curta-metragem “Balada de um Batráquio” (2016), de Leonor Teles. A curta, que se debruça sobre a tradição portuguesa de colocar sapos à porta de lojas para evitar a entrada de indivíduos de etnia cigana, venceu o prémio Urso de Ouro de curta-metragem no Festival Internacional de Cinema de Berlim.

A esta curta-metragem, seguiu-se, no mesmo dia, o filme “Prazer, Camaradas!” (2021), a mais recente criação de José Filipe Costa, que retrata o pós-revolução de abril, quando várias pessoas vieram do estrangeiro, particularmente do norte da Europa, para viver e trabalhar nas cooperativas das herdades ocupadas no Ribatejo, onde depressa as suas visões progressivas chocam com as mentalidades e costumes dos residentes locais.

Este sábado, dia 3 de julho, é vez da apresentação da curta-metragem “California” (2018), de Nuno Baltazar, que acompanha a história de uma jovem rapariga chinesa e da sua mãe que lutam por uma vida melhor, e de “Hotel Império” (2018), uma longa metragem ficcional de Ivo Ferreira, que relata a história de Maria, de origem portuguesa, que luta por manter o Hotel Império numa zona nobre de Macau, e que é protagonizado por Margarida Vila-Nova.

No último dia desta mostra de cinema, a 10 de julho, a curta escolhida para a exibição é “Penúmbria” (2016), de Eduardo Brito, que retrata um inquietante lugar fundado há 200 anos, num local de difícil acesso e clima violento, praticamente inabitável, o que ditou o seu abandono. O responsável por fechar esta iniciativa é o filme “Volta à Terra” (2014), do realizador João Pedro Plácido, que consiste numa longa-metragem documental que acompanha a história dos 49 habitantes de Uz, uma aldeia das montanhas do norte de Portugal esvaziada pela imigração, onde os seus habitantes praticam uma agricultura de subsistência.

As inscrições são obrigatórias, e podem ser feitas presencialmente na sede do SCOCS, através do email geral@scocs.pt ou do telefone 249345232. O valor do bilhete por sessão é de 2€ para sócios SCOCS (quotas em dia) e 4€ para não-sócios. A distribuição do público pelos lugares é feita por grupos que coabitam, de acordo com o recomendado pela DGS.

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