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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Tomar: Nuno Garcia Lopes assinala 20 anos de edição literária

O escritor Nuno Garcia Lopes vai celebrar 20 anos de edição literária com um conjunto de atividades que começam na sexta-feira, dia 27 de novembro, prolongando-se durante o ano de 2016 e que integram, naturalmente, a publicação de novos livros.

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Nascido a 27 de novembro de 1965, na Linhaceira, concelho de Tomar, o autor publicou 30 anos depois o seu primeiro livro, “Poemas de constância e desafio”, a que se seguiram uma dezena de outras obras.

Agora, para comemorar essa dupla efeméride, protagonizará o espectáculo “Nunovembro”, onde estará em palco acompanhado de um conjunto de amigos, tendo por base os seus livros, mas também poesia e contos de outros autores que admira. Será na última sexta-feira do mês, pelas 21 horas, no auditório da Biblioteca Municipal de Tomar.

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Nesse mesmo local, mas pelas 10 horas da manhã, o escritor procederá à apresentação do seu novo livro, “Guilherme e o achamento da Senhora do Pranto”, uma obra para crianças sobre a lenda de Dornes, escrita a convite da Fundação Maria Dias Ferreira, de Ferreira do Zêzere.

Para o ano de 2016 está previsto o lançamento de “A morada secreta de Ceres e Neptuno”, volume de poesia que ganhou recentemente o Prémio Poetas Nabantinos, atribuído pela editora tomarense Gualdim Edições.

Ainda durante o primeiro semestre deverá também ser publicado um livro didáctico, para crianças, sobre a História da freguesia e do antigo concelho de Asseiceira, criado na sequência do trabalho que a Junta de Freguesia local e o próprio autor, através da Biblioteca de Temas Linhaceirenses, de que é o principal dinamizador, têm vindo a desenvolver.

As actividades do programa comemorativo, designado genericamente por NGL20 vão ainda contar com diversas outras iniciativas, entre as quais uma exposição biobibliográfica.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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