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Sábado, Janeiro 22, 2022
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Tomar | Município assume obras de conservação da Capela de Santa Iria

As obras de manutenção e conservação da Capela de Santa Iria já se encontram a decorrer, sendo assumidas pelo Município de Tomar numa parceria público-privada com a família detentora do imóvel classificado de interesse público. Estão a decorrer para já trabalhos de revisão da cobertura, com substituição de telhas partidas ou deslocadas, responsáveis por infiltrações em várias zonas da Capela, nomeadamente no altar.

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O Município, em comunicado, refere que apesar de se tratar de “um imóvel privado, pertença da família Valle de Castro, a sua abertura ao público é assegurada pelo Município de Tomar, registando largos milhares de visitantes por ano”.

Assim, a autarquia assume através de parceria público-privada, a manutenção e conservação do imóvel.

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Para já procede-se a “trabalhos de revisão da cobertura, com a substituição de telhas partidas ou deslocadas, responsáveis por infiltrações em várias zonas da Capela, com especial incidência sobre o altar e sobre o teto de caixotões de madeira pintados”, pode ler-se no comunicado da CM Tomar.

Lembra o Município que “o convento e a capela de Santa Iria, dedicados à padroeira de Tomar, foram construídos em 1467, incorporando uma das mais belas lendas de Tomar”.

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A igreja, classificada como imóvel de interesse público, “é uma obra-prima de estilo renascentista, consequência da denominada escola «Renascença Coimbra»”, sendo que o portal da igreja e a sua janela são obras de João de Castilho.

A Capela de Santa Iria constitui-se de uma única nave, coberta por teto de caixotões de madeira com ornatos pintados e as paredes forradas com azulejos de tapete “ponta de diamante”.

Do lado da Epístola situa-se a Capela dos Vales, classificada como monumento nacional por D.L.11/07/1920, mandada edificar em meados do século XVI por D. Miguel do Vale e dedicada primitivamente ao Senhor Jesus. O modelo renascentista desta capela particular atribui-se ao risco de uma oficina coimbrã, possivelmente a João de Ruão (ibidem, p. 84).

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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