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Tomar: Município fecha contas de 2015 com redução de dívida em 3,5 milhões

A Câmara Municipal de Tomar fechou as suas contas referentes ao ano de 2015 apresentando uma redução da sua dívida em 3,5 milhões. O documento de prestação de contas foi aprovado por maioria  em reunião extraordinária, realizada na sexta-feira, 15 de abril, contando com os votos contra dos vereadores do PSD e a abstenção do vereador independente.

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Contas foram aprovadas na reunião de câmara de 15 de abril

À reunião extraordinária da Câmara Municipal foi presente a Prestação de Contas do ano 2015 e o Relatório de Gestão, na qual se constata uma redução de 2.393.167,72 euros no passivo de médio e longo prazo e de 1.191.209,87 € no exigível de curto prazo. “Não fora o facto de ao Município ter sido imposto a contribuição para o FAM – Fundo de Apoio Municipal, no valor de 1,02 milhões e a redução da dívida em 2014 e 2015 teria atingido os 7 milhões”, atesta a autarquia.

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A presidente da autarquia, Anabela Freitas (PS) explicou que, com este desempenho, “a folga financeira do Município subiu substancialmente”, afastando-se dos indicadores de desequilíbrio financeiro. A margem melhora de 990.616,62 € em 2013 para 5.816.471,13 € em 2015, resultado da diminuição dos passivos.

“Efetuou-se uma circularização a todos os fornecedores, tendo em vista a conferência de saldos e validação dos valores indicados nas demonstrações financeiras. Pode ainda informar-se que houve uma significativa redução do prazo médio de pagamentos, cujo objetivo é de chegar a um prazo inferior a 90 dias”, explica a autarca.

Em relação às disponibilidades, o saldo em bancos e em caixa tem-se mantido estável, de acordo com a câmara, havendo a salientar uma subida de 6,8% em relação a 2014.

Os vereadores do PSD, João Tenreiro e António Manuel Jorge votaram contra, explanando as suas dúvidas numa declaração para a ata.

O vereador dos Independentes por Tomar, Pedro Marques, optou pela abstenção considerando que esra prestação de conta continua  a reflectir “de forma pouco rigorosa como têm vindo a ser aplicados os recursos colocados ao dispor da anterior maioria”.

Pedro Marques considera que “o ano de 2015” foi  “um ano de investimento quase nulo, resultante da falta de iniciativa e da capacidade política que tornasse possível o necessário investimento, embora a mesma tenha tido reflexos positivos na situação financeira do Município”.

 

Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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