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Segunda-feira, Junho 14, 2021

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Tomar | Marmelais é a escolha da autarquia para futuro Parque de Feiras

A zona de Marmelais, em Tomar, será a escolha da autarquia para o futuro Parque de Feiras do concelho. Em reunião do executivo camarário, o vice-presidente do Município deu conta de que, se não se chegar a acordo com os proprietários do terreno em causa, a última solução será a expropriação.

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O assunto foi levantado pela vereadora Célia Bonet (PSD) em reunião de Câmara de Tomar, questionando sobre o ponto de situação da negociação com os proprietários do terreno onde a autarquia pretende instalar o Parque de Feiras, espaço que irá acolher eventos como a Feira de Santa Iria (este ano cancelada, recorde AQUI).

“Tem sido um problema adiado ao longo de meses”, disse a vereadora, apontando que caso não haja possibilidade de negociar o terreno desejado, a Câmara deveria colocar a hipótese de “negociar um outro”.

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O vice-presidente da autarquia nabantina, Hugo Cristóvão (PS), elucidou que nestes últimos meses não tem havido contacto com os proprietários deste terreno que ficará inserido no Plano de Pormenor do Flecheiro. “Tem esse nome mas estamos a falar da zona de Marmelais, portanto fica reservado no plano [de pormenor do Flecheiro] para Parque de Feiras, para equipamento público, não pode ter outra utilização”, defendeu.

O autarca referiu que a ausência de contacto se deve ao facto de os proprietários do terreno em causa serem dois irmãos, um dos quais está no estrangeiro, o que tem adiado um sentar à mesa para conversar. “São dois irmãos, um deles está no estrangeiro estamos à espera que venha a Portugal para podermos voltar a sentar e conversar novamente sobre este assunto que pode ter várias soluções”, afirmou.

Quanto à negociação em si, Hugo Cristóvão admite a existência de “várias soluções”, sendo que a última – que diz tem vindo a ser evitada – é a da expropriação. “Tentamos sempre não chegar aí, agora para que essa negociação possa continuar temos de nos sentar à mesa com os dois irmãos e agora tem sido sempre só com um deles”, referiu.

Já relativamente à possibilidade de pensar noutro local para o Parque de Feiras, o vice-presidente da autarquia nabantina assume que “não é impossível mas não é fácil que possa acontecer”.

“Uma coisa desta dimensão tem uma dimensão tal, passando o pleonasmo, que obriga a que esteja vertido nalgum Plano de Pormenor. Não é algo que a Câmara possa decidir de um dia para o outro”, explicou, acrescentando ainda que para que tal possa ser efetivado o Plano de Pormenor do Flecheiro vai ter de estar também em vigor, o que ainda não acontece de momento.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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