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Sábado, Novembro 27, 2021

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Tomar | Marisa Costa sagra-se campeã ibérica de Orientação em BTT

A atleta tomarense Marisa Costa, de 17 anos, sagrou-se este domingo campeã ibérica de Orientação em BTT no escalão Elite, resultado de um conjunto de três provas disputadas este fim de semana em Souselas (Coimbra) e integrada no Campeonato Ibérico feminino de Orientação em BTT.

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Marisa, residente em Tomar e a representar o BTT Loulé, estando ainda ligada aos escalões jovens, competiu no escalão Elite, onde concorreu com atletas com idades superiores aos 19 anos.

“Foi muito bom ter ganho, visto que é uma motivação extra para as provas que se avizinham (campeonato europeu de seniores na Polónia) e o resultado de todo o esforço e tempo dedicado à modalidade”, disse ao mediotejo.net a jovem campeã.

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Tendo como conquistas mais marcantes o Campeonato Europeu do ano passado em que obteve o 2º lugar em juvenil, e o 3º lugar na Taça do Mundo em sénior, Marisa Costa disse ainda que os seus objetivos passam por estar na melhor forma para a participação no Campeonato Mundial, que vai decorrer no final de julho e início de agosto na Dinamarca, onde espera alcançar o ‘top 6’, e “continuar a evoluir sempre ao máximo, para depois dar tudo na Alemanha (Campeonato Europeu) em outubro”.

A atleta tomarense Marisa Costa, de 17 anos, sagrou-se este domingo campeã ibérica de Orientação em BTT no escalão Elite. Foto: DR

O titulo de campeã ibérica, que se vai juntar aos muitos troféus já conquistados, Marisa Costa, que frequenta o 12º ano, vertente Ciências e Tecnologias, na Escola Jacome Ratton, em Tomar, dedica-o á família e aos amigo: “quero dedicar este troféu a um amigo meu muito especial, que estará sempre comigo, à minha família e aos meus amigos”, concluiu a jovem campeã tomarense, que aspira a ser engenheira biomédica.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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