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Sexta-feira, Outubro 22, 2021

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Tomar | Marisa Costa conquista a prata no Europeu de Orientação em BTT

É de Tomar, tem 16 anos, e chama-se Marisa Costa. A jovem atleta que representa a seleção nacional sagrou-se hoje vice-campeã da Europa de Jovens de Orientação em BTT na distância média, competição que decorre na cidade de Waldviertel, na Áustria. Em primeiro lugar, a apenas 11 segundos de Marisa, ficou uma atleta finlandesa.

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“Foi uma prova muito técnica”, disse Marisa Costa ao mediotejo.net, revelando ter estado bem fisicamente e que a prova, com 25 atletas de vários países europeus, foi “sempre em progressão, aumentando a intensidade sem falhar. Treinei muito ao longo do ano, estava consciente que iria ser uma prova muito difícil e bastante competitiva”, acrescentou a atleta, que já representou o COA, de Abrantes, (hoje representa o BTT Loulé), e que já tinha alcançado bons resultados a nível internacional.

“Todas as seleções treinam o melhor possível os seus atletas, portanto, soube desde o início que, tal como as outras, e olhando ao longo do ano, teria algumas hipóteses de obter um bom resultado, mas nunca pensei no segundo lugar”, afirmou Marisa, visivelmente orgulhosa pela prestação de hoje, e que configura mesmo o seu melhor resultado internacional.

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Marisa Costa conquista a prata no Europeu de Orientação em BTT.
Em primeiro lugar, a apenas 11 segundos de Marisa, ficou uma atleta finlandesa. Foto: FPO

Marisa Costa, que ambiciona “evoluir o máximo possível” e “ser campeã da Europa e do Mundo”, ostenta aos 16 anos um currículo invejável: um 3º lugar no Campeonato Europeu na distância longa, em França (em 2017 ), um 5º lugar no sprint no Mundial de Juniores na Lituânia (2017), um 6º lugar no Europeu de distância média em Portugal (2016) e um título de vice campeã ibérica de elites (em 2016).

Questionada sobre uma possível dedicatória por este título hoje conquistado, a jovem atleta da seleção nacional fez questão de agradecer e lembrar “todos os meus familiares, amigos, e companheiros de seleção, mas principalmente ao meu falecido e amigo Duarte Lourenço”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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