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Domingo, Dezembro 5, 2021
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Tomar | Limpeza a fundo no rio Nabão desobstruiu leito e embelezou margens

A Câmara Municipal de Tomar deu conta da conclusão dos trabalhos de limpeza do rio Nabão, desde o leito às margens, incluindo intervenções para desobstrução do leito. Tal intervenção decorreu durante dois meses, entre a cidade e o Açude de Pedra, numa extensão de 2200 metros.

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Segundo comunicado do município, esta intervenção “profunda” incidiu na remoção de centenas de árvores e troncos “alguns dos quais ainda resultantes do tornado de 2010”, que deixou marcas no concelho e região.

Também foram retirados alguns detritos que obstruíam o curso normal das águas do rio, tendo em vista a minimização do risco de cheias na cidade, que poderia decorrer do “arrastamento e atravancamento destes resíduos nas pontes, açudes e comportas da zona urbana”.

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Mais acrescenta o município que foi feita outra intervenção de limpeza do rio entre a Ponte do Prado e a zona da ETAR da Pedreira, “numa extensão de aproximadamente mais mil metros, onde a acumulação de árvores, canaviais e outros detritos quase ocultava o curso de água”.

Foto: CMT

A ação foi licenciada pela APA (Agência Portuguesa para o Ambiente), mas inteiramente financiada pelo Município, “contrariamente a outras ações similares custeadas por aquele organismo em várias regiões e concelhos do país”. Segundo o vice-presidente da autarquia, Hugo Cristóvão, a última intervenção representou 15 mil euros de custos para a Câmara de Tomar.

Por fim, a autarquia relembra que, mediante a lei (designadamente da alínea b) do artigo 33.º da Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro), “os proprietários ou possuidores de parcelas de leitos e margens de linhas de água, nas frentes particulares e fora do aglomerado urbano, são obrigados a garantir a limpeza das mesmas segundo as normas para a limpeza de cursos de água não navegáveis”.

O município alerta para “o facto de ser fundamental, e muito mais do que apenas um imperativo legal, que os proprietários dos terrenos confinantes com o rio procedam de uma forma cívica e responsável à limpeza periódica das suas margens, impedindo o crescimento de vegetação que ponha em causa o normal curso das águas, e evitando que esses detritos sejam atirados ao rio, como infelizmente tem sido recorrente”, termina.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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1 COMENTÁRIO

  1. Sempre ouvi dizer que não se podia cortar qualquer tipo de árvore na borda de um qualquer rio ou vala que em tempos se chamavam de valas da hidráulica talvez fosse bom informar todos os proprietários dessas leis mas informar em todo o país mas informar não é fazer uma lei dizer que ela existe e arrecada la na gaveta.

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