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Sábado, Setembro 18, 2021

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Tomar: Hoje há debate sobre “A realidade das comunidades ciganas”

A Biblioteca Municipal de Tomar acolhe esta terça-feira, às 14:45, um seminário subordinado ao tema “A realidade das comunidades ciganas”, com organização do Projeto Hai Shala? (Cáritas de Tomar / Município de Tomar / República Portuguesa – Alto
Comissariado para as Migrações).

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Em nota de imprensa, a organização refere que este seminário tem como objectivo difundir a história e a cultura ciganas junto da comunidade maioritária e de capacitar os agentes educativos para um trabalho mais profícuo junto das crianças e jovens estudantes da etnia cigana”.

Ao longo da tarde vão ser apresentados vários projetos que trabalham com diferentes comunidades ciganas em todo o país.
Programa

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14h15 – Receção aos participantes

14h45 – Sessão de abertura
Célia Bonet – Presidente da Cáritas de Tomar
Almerindo Lima – Comunidade Cigana de Tomar
Catarina Marcelino – Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade
Anabela Freitas – Presidente da Câmara Municipal de Tomar
Momento cultural – apresentação do grupo de dança “Kalon Bolarias”

15h30 – A realidade das comunidades ciganas – práticas de inclusão
Bruno Gonçalves, Letras Nómadas – Associação de Investigação e Dinamização das Comunidades Ciganas – Projeto Latchi Satipen (Boa Saúde)
Sílvia Branco, Associação InPulsar – Projeto “Daqui P´ra Cá”
Maria Noel Gouveia, Associação para o Desenvolvimento das Mulheres Ciganas Portuguesas – Projeto “Romano Atmo”
Luís Romão, Associação Sílaba Dinâmica

17h00 – Debate
Momento cultural – apresentação do grupo de dança “Kalon Bolarias”

Sessão de encerramento
Pedro Calado – Alto Comissário para as Migrações
Célia Bonet – Presidente da Cáritas de Tomar
Hugo Cristóvão – Vice-Presidente da Câmara Municipal de Tomar

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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