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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Tomar | Fundição Tomarense reabre ao público como núcleo museológico de salvaguarda

O Núcleo Museológico da Fundição Tomarense vai ser inaugurado este sábado, dia 27, no Complexo Cultural da Levada, apresentando uma exposição com equipamentos, ferramentas e utensílios usadas nas oficinas de fundição, serralharia e rebarbagem que funcionaram naquele espaço.

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O projeto surge na continuação da reabilitação e requalificação do Complexo Cultural da Levada, enquanto equipamento cultural e turístico, e visa “a salvaguarda e preservação da memória material e imaterial deste equipamento industrial”, com o envolvimento da família Cotralha, proprietária da extinta empresa, e o contributo de alguns antigos funcionários.

“Pretende-se, assim, apresentar este núcleo museológico como um equipamento que exibe e desmistifica a secular história do espaço, os diferentes processos industriais, como é o caso da própria fundição, e algumas curiosidades que humanizam este legado industrial e testemunho da história de diferentes gerações locais”, afirma a nota.

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Segundo o município, a Fundição Tomarense terá programação própria, “contribuindo para a afirmação de Tomar no quadro do turismo industrial”.

Complexo Cultural da Levada, em Tomar. Foto: mediotejo.net

Por via do projeto de reabilitação e requalificação do património industrial edificado, da responsabilidade do Município de Tomar, aquele espaço reabre agora ao público permitindo uma maior valorização, divulgação e preservação.

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O Núcleo museológico vai estar aberto ao público de terça-feira a domingo, durante o período de inverno (de outubro a março), das 10 às 12 horas e das 14 às 17 horas, e durante o período de verão (de abril a setembro), das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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