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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Tomar | Feira do Livro até 5 de maio no Complexo da Levada

A Feira do Livro de Tomar começou na quinta-feira e já viveu vários momentos marcantes. Um deles foi claramente a sessão de abertura com a presença da escritora Inês Pedrosa, figura tomarense mais relevante da literatura portuguesa contemporânea, que fez uma interessante abordagem não apenas às suas raízes e à sua escrita, mas também a questões como a falta de destaque que ainda é dada às mulheres nesta área.
A sessão da noite contou com a presença de Ana Filomena Amaral, escritora que teve nas questões da preservação ambiental o foco do seu discurso.

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A poesia, que tantas vezes serviu de arma na luta contra a ditadura, foi o tema escolhido para o segundo dia, precisamente 25 de Abril, com António Lúcio Vieira a apresentar o seu livro “25 poemas de dores e de amores”, Prémio Literário do Médio Tejo, importante iniciativa de consolidação e divulgação da literatura da região, de que falou a editora Patrícia Fonseca, antes de Nuno Garcia Lopes recordar de viva voz alguns dos que, ao longo do século XX, foram “Poemas para mover o mundo”.

A Feira do Livro contou ainda com a presença de Maria João Fialho Gouveia a propósito da sua obra mais recente, “Os Távoras”, enquanto o tomarense Vasco R. Marques apresentou o seu livro “Colónia submersa”.

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Este sábado o certame recebe, às 16 horas, Maria José da Silveira Núncio, autora de “Os meus pais estão a envelhecer” e às 21 horas, abre-se uma “Janela indiscreta” em que todos podem conversar com Mário Augusto, o jornalista português que tem entrevistado mais estrelas de cinema nos anos recentes.

No domingo, uma figura igualmente bem conhecida da televisão, Hélder Reis, trará à Levada o seu livro “Lendas, mitos e ditos de Portugal”. Isto às 16 horas, seguindo-se às 18 a presença da tomarense Elsa Ribeiro Gonçalves com as “Singularidades de uma mulher de 40”.

A Feira do Livro de Tomar decorre até 5 de maio, no Complexo Cultural da Levada, numa iniciativa do Município de Tomar e da Livraria Nova.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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