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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Tomar | Estudantes deram cor ao rio Nabão com Festival de Lanternas Flutuantes (c/FOTOS)

Um milhar de lanternas flutuantes criadas pelos alunos do 6.º ano da escola D. Nuno Álvares Pereira, em Tomar, iluminaram o rio Nabão na noite de sábado, 15 de junho, num evento que teve por tema a Festa dos Tabuleiros e que encerrou o ano letivo.

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O Festival de Lanternas Flutuantes, inspirado na tradição oriental trazida pelos portugueses no período da expansão marítima, envolveu um total de 307 alunos de 12 turmas do 6.º ano da EB 2,3 D. Nuno Álvares Pereira, pertencente ao agrupamento de escolas Nuno de Santa Maria.

Segundo o coordenador do projeto, Eduardo Mendes, o festival surgiu no âmbito do projeto de autonomia e flexibilidade curricular, que teve por tema a Festa dos Tabuleiros, evento que se realiza de quatro em quatro anos em Tomar, por decisão da população, e que este ano vai decorrer de 29 de junho a 08 de julho.

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Inspirando-se numa tradição com origem na China há 2.000 anos, o festival iluminou o troço do rio Nabão entre a ponte velha e a ponte do Flecheiro, com as velas artesanais colocadas numa estrutura que teve uma base de cortiça e lados construídos com papel vegetal decorado com a cruz de Cristo e a esfera armilar (símbolos dos Descobrimentos) e um tabuleiro e a pomba do Espírito Santo (símbolos da Festa dos Tabuleiros).

Um milhar de lanternas flutuantes criadas pelos alunos do 6.º ano da escola D. Nuno Álvares Pereira, em Tomar, iluminaram o rio Nabão na noite de sábado. Foto: Luís Ribeiro

Feitas com materiais biodegradáveis, no final do evento as lanternas foram recuperadas por 24 canoístas do Centro de Formação Desportiva e pelos 60 alunos que constituem, com a supervisão de um grupo multidisciplinar de professores, a equipa responsável pela colocação das mil velas no rio.

Fotos: Luís Ribeiro

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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