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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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Tomar | Curta-metragem “O Silêncio”, da Tripé, selecionada para o Festival MOTELX

A curta-metragem “O Silêncio” da produtora tomarense Tripé, adaptada de conto homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen e realizada por Pedro Caldeira e Paulo Graça, foi selecionada para a 14ª edição do MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa. A curta encontra-se ainda entre os 12 finalistas em competição pelo Prémio MOTELX – Melhor Curta de Terror Portuguesa / Méliès d’Argent.

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O trabalho, desenvolvido em parceria com Espaço 0 – Artes Comunicantes, Dream It e Município de Tomar, foi totalmente filmado em película de 16 mm, tendo sido lançada em 2020. Durante 6:50′, o protagonismo é dado a Inês Conchinha e Pedro Granchinho que integram o elenco deste filme de drama/horror.

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O MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, decorre entre 7 e 14 de setembro no Cinema São Jorge. O prémio atribuído às curtas-metragens é de 5 mil euros, com direito a um fim de semana de inspiração nos hotéis Belver e nomeação para a competição Méliès d’Or, organizada pela Méliès International Festivals Federation, pode ler-se no site da iniciativa.

O objetivo deste festival passa pelo “incentivo à produção, promoção e exibição de cinema de terror nacional”.

Juntamente com “O Silêncio”, de Pedro Caldeira e Paulo Graça (Tripé), estarão em competição “A Grande Paródia”, de André Carvalho; “Carnaval Sujo”, de José Miguel Moreira; “Com Sono, Mas Não Durmo”, de Tiago Bastos Nunes; “Death on Tape”, de Pedro Miguel Costa; “O Intruso”, de Hugo Pinto; “Karaoke Night”, de Francisco Lacerda; “Loop”, de Ricardo M. Leite; “Mata”, de Fábio Rebelo; “Mirror Room”, de David Seguro; “Petrichor”, de Gustavo Silva; “Porque Odeias o Teu Irmão?”, de Pedro Martins e Inês Marques.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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