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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Tomar | Concelho vai (re)começar a “Cantar Natal”

O “Cantar Natal” está de regresso ao concelho e, este ano, decorre entre os dias 17 de novembro e 5 de janeiro com nove propostas no programa. A iniciativa organizada pela Associação Canto Firme e a autarquia levam a música ao Auditório Fernando Lopes-Graça (Canto Firme), ao Complexo Cultural da Levada, e às igrejas de Santa Cita e de S. João Baptista.

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O primeiro momento é este sábado com o concerto do Coro da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, que tem início no Auditório Fernando Lopes-Graça, a partir das 21h00. O mesmo local recebe, à mesma hora de dia 21, a Orquestra de Sopros da Canto Firme e Ensemble de Metais e, às 18h00 de dia 25, a Banda Filarmónica da Sociedade Artística Musical dos Pousos.

Ao longo do mês de dezembro estão previstos cinco concertos, começando com o recital de percussão por André Dias no Auditório Fernando Lopes-Graça. Nos dias 5 e 7, o Complexo Cultural da Levada recebe os concertos de Saxofínia e HornSticking Duo, respetivamente.

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A música passa pela Igreja de S. João Baptista. Foto: DR

Mais próximo do Natal, o Coro Misto da Canto Firme, o Coro Vozes Brancas do Conservatório de Artes da Canto Firme e a Orquestra de Cordas juntam-se na Igreja de Santa Cita a partir das 18h00 de dia 16. Na sexta-feira seguinte, dia 21, a Orquestra Sopros do Médio Tejo atua no Auditório Fernando Lopes-Graça.

Todos os espetáculos de dezembro estão marcados para as 21h00, à exceção do dia 16, que começa às 18h00. Em janeiro, a música também surge durante a tarde, com o Concerto de Reis a ter início na Igreja de S. João Baptista pelas 16h00 de dia 5, que conta com a participação do Grupo Coral de Queluz, do Coro Misto da Canto Firme, do Coro Vozes Brancas do Conservatório de Artes da Canto Firme e da Orquestra de Cordas.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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