Tomar | Chega elogia moção “Tomar não é racista” do PSD e critica BE, PS e CDU

A Comissão Instaladora da Concelhia de Tomar do Chega reunida a 17 de agosto emitiu comunicado quanto à moção chumbada na sessão de AM a 31 de julho. Foto: Chega Tomar

A Comissão Instaladora da Concelhia de Tomar do Chega emitiu um comunicado, que fez chegar à redação do mediotejo.net, quanto às declarações na sessão de Assembleia Municipal de 19 de junho, por parte da deputada do BE, que disse que “Tomar é uma das cidades mais racistas” que conhece. Tal deu origem à apresentação da moção “Tomar não é racista”, pelo PSD, que foi chumbada na sessão seguinte da Assembleia Municipal, no dia 31 de julho. O Chega congratula-se com a posição tomada pelos deputados do PSD em “defenderem os Tomarenses” e critica a postura da deputada do BE, referindo que “não tem a noção mínima da realidade da cidade de Tomar nem do país”.

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O comunicado da Comissão Instaladora da Concelhia de Tomar do Partido Chega, que advém de reunião de 17 de agosto, tece duras críticas ao Bloco de Esquerda a nível local, considerando que “o BE vive numa redoma com uma realidade muito própria, com objetivos políticos muitos específicos que nada têm as ver com o sentir e a vivência dos munícipes tomarenses nem com as necessidades do país”.

“Congratulamo-nos com a posição tomada pelos deputados municipais do Partido Social Democrata por defenderem os Tomarenses, cuja história mostra serem gente inovadora, trabalhadora, honesta e de bem, que se mais não fez nas últimas quatro décadas pelo Concelho e pela Cidade de Tomar, isso se deve à obstrução à livre iniciativa de pessoas singulares e coletivas imposta pelo regime socialista vigente”, pode ler-se, acrescentando o partido que conhece “apenas a raça Humana, com deveres e direitos iguais para todos, todos iguais perante a Lei, e tudo o que não respeite este princípio é caso de justiça e de sancionamento social”.

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Palavras dirigidas também à CDU/PCP-PEV, considerando a Comissão do Chega que o seu discurso “de disco riscado, parou no tempo faz dois séculos, e insiste, como os seus amigos do BE, em reverter os avanços sociais, económicos e civilizacionais conseguidos pela Comunidade Portuguesa nos últimos cento e cinquenta anos, querendo vê-la envolvida em conflitualidade de classes, de raças, de cores de pele, método pelo qual pretendem destruir os Valores que enformam essa Comunidade, para a partir dessa destruição construírem a sua ditadura de sociedade socialista”.

Quanto à gestão socialista, o Chega tece mais críticas. “Este Partido Socialista infelizmente já nos habituou a estas posições fofinhas, imberbes e de rolha flutuante que esconde a cabeça na areia. Vale tudo. Custe o que custar o mais importante é manter o seu projeto de poder socialista. Enfrentar os problemas de forma séria incomoda, dá trabalho. A culpa é sempre do passado esquecendo-se que fazem parte dele; que eles são o passado. Quando as coisas se complicarem, quem vier atrás que pague a conta”, termina.

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