Tomar | Carvalho-português centenário recebe nome do biólogo Jorge Paiva

A Câmara Municipal de Tomar aprovou por unanimidade o requerimento da Associação Sociocultural e Ambiental 3OPOR1LINHA no sentido de atribuir o nome do biólogo, professor e investigador Jorge Paiva ao carvalho-português no jardim da envolvente da Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca.

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O carvalho-português (Quercus faginea) centenário, localizado no jardim envolvente à Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca, terá assim atribuído o nome “Professor Jorge Paiva”, após pedido apresentado pela Associação 3OPOR1LINHA, em parceria com a Escola Secundária de Santa Maria do Olival.

Jorge Paiva, 86 anos, há mais de 15 anos que se desloca a Tomar para falar e debater sobre a Biodiversidade e promover um jantar lusitano na Escola de Santa Maria do Olival, não o fazendo em mais nenhum local, uma vez que foi esta a única escola a aceder à sua proposta, aceitando o repto para a dinamização desta iniciativa.

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Nascido a 17/09/1933, em Angola, licenciado em Biologia e doutorado em Recursos Naturais e Meio Ambiente, já aposentado, foi investigador principal na Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra onde lecionou algumas disciplinas; foi também professor convidado na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra e nas Universidades de Aveiro, da Madeira, Vasco da Gama (Coimbra) e Vigo (Espanha).

A sua atividade científica, e em defesa do meio ambiente, foi já distinguida com vários prémios. Publicou trabalhos sobre filotaxonomia, palinologia, biodiversidade e ambiente. Apresentou variadas comunicações e proferiu diversas conferências em congressos e ações pedagógicas.

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Prestigiado nome da biologia, já deu mais de 1700 palestras de educação ambiental e é defensor do ambiente que integra diversas associações e comissões de defesa de causas ambientais. Jorge Paiva é também autor de 140 nomes de espécies de plantas.

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Joana Rita Santos
Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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