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Terça-feira, Janeiro 18, 2022
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Tomar | Carnaval da Linhaceira inspira concurso de fotografia

As comemorações do Centenário das Escolas na Linhaceira, na freguesia de Asseiceira, enquadram o lançamento do concurso de fotografia dedicado a um dos pontos altos no calendário desta aldeia tomarense desde 1991, o Carnaval. A iniciativa é aberta a todos os interessados que pretendam participar com trabalhos enquadrados no tema “O Carnaval da Linhaceira, abordado por qualquer perspetiva”.

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Os festejos tradicionais carnavalescos realizam-se entre os dias 10 e 13 de fevereiro e incluem um corso no domingo gordo composto por dezenas de carros alegóricos, grupos organizados e foliões espontâneos com criações originais e produzidas na aldeia e localidades vizinhas. As imagens devem ser recolhidas na Linhaceira durante o Carnaval ou noutras datas de 2018, com recurso a qualquer meio e técnica de captação de imagens fixas.

O Carnaval da Linhaceira realiza-se de forma ininterrupta desde 1991. Foto: mediotejo.net

A melhor fotografia e o melhor portefólio enviados até às 23h59 do próximo dia 4 de março para o e-mail bibliotecalinhaceira@gmail.com serão premiados. O júri constituído por um representante da Biblioteca de Temas Linhaceirenses, outro da organização do Carnaval e três especialistas em fotografia também têm a responsabilidade de selecionar um conjunto de trabalhos das duas categorias, que são distinguidos com diplomas e integrados numa exposição.

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Os critérios deste concurso organizado em parceria pela Associação de Pais e Amigos das Escolas de Linhaceira, Associação Cultural e Recreativa de Linhaceira, Junta de Freguesia de Asseiceira e Câmara Municipal de Tomar focam-se na representação do espírito local, a qualidade técnica e a originalidade. Os portefólios em competição também são avaliados pela coerência do conjunto.

O regulamento completo pode ser consultado online no blog “Biblioteca de Temas Linhaceirenses”.

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Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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