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Domingo, Setembro 26, 2021

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Tomar | Câmara admite expropriação para avançar com rotunda no cruzamento da Aral

A intenção de construir uma rotunda no cruzamento entre a Avenida dos Combatentes da Grande Guerra e a Avenida D. Nuno Álvares Pereira – o cruzamento da Aral – foi confirmada pela presidente da autarquia tomarense em reunião de Câmara. Para tal, é necessário ocupar cerca de 100 metros quadrados de um terreno privado mas as negociações com os proprietários não tiveram sucesso e Anabela Freitas admite a possibilidade de expropriação.

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Rotunda, sim, mas não para já. “Aquela zona é abrangida por um Plano de Pormenor e no atual não está prevista uma rotunda. Mesmo que quiséssemos construir lá uma rotunda agora não seria possível, porque o instrumento de gestão do território não o permite”, começou por clarificar a presidente da Câmara Municipal de Tomar, Anabela Freitas.

No entanto, a autarca sublinhou que na revisão do Plano de Pormenor (a decorrer) está efetivamente calculada a construção de uma rotunda, no sentido de solucionar um entroncamento de avenidas “que tem muito trânsito, sendo que há horas específicas de carga de trânsito – e que tem muitos autocarros”.

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A questão relativa ao cruzamento da Aral foi levantada em reunião do executivo camarário a 30 de agosto pelo vereador Francisco Madureira (PSD), que referiu “uma polémica” em torno deste assunto. “Não haverá uma solução que seja a contento de todos? Que seja a contento da Câmara e dos munícipes com a colocação de uma rotunda naquela zona, mas também tentar (…) que a solução futura fosse a contento dos proprietários daquele edifício?”, questionou.

Em resposta, a presidente da autarquia tomarense justificou que “há mais de um ano” que a Câmara anda em conversações com os proprietários de um edifício localizado nesse cruzamento mas que não há luz ao fundo do túnel. Estas negociações, refira-se, prendem-se com a necessidade de “ir buscar um pouco de terreno” a privados para a concretização da rotunda com as dimensões necessárias (com diâmetro idêntico ao da rotunda dos bombeiros).

“Para a construção da rotunda é necessário ir buscar um pouco de terreno – cerca de 100 metros quadrados ao longo da faixa do muro – para que cumpra todas as dimensões necessárias. Aquilo que a Câmara propôs, explicando aos proprietários o que estava em causa – ninguém vai destruir habitação nenhuma – foi mandar avaliar e a Câmara adquiria pelo valor da avaliação”, explanou Anabela Freitas, acrescentando que a autarquia se comprometia ainda a reconstruir os muros “exatamente como são”, beneficiando ainda a entrada para a habitação caso “os proprietários pretendessem ter uma entrada mais dignificante”.

ÁUDIO | Presidente da CM Tomar, Anabela Freitas

No entanto, a resposta por parte dos proprietários foi negativa, expôs, admitindo que “se os proprietários se recusam, existe um instrumento que a lei nos confere, que é o da expropriação”.

Abrantina mas orgulhosa da sua costela maçaense, rumou a Lisboa com o objetivo de se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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