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Sábado, Julho 24, 2021

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Tomar: Bons Sons termina hoje com Jorge Palma e D’Alva

O festival Bons Sons chega ao fim da sua sétima edição esta segunda-feira. Em pleno feriado de 15 de agosto (Assunção de Nossa Senhora) os cabeças-de-cartaz são Jorge Palma e D’Alva e integram a contagem decrescente para o “apagar das luzes” composta por 13 iniciativas que marcam a despedida dos festivaleiros da aldeia de Cem Soldos. Para o ano há mais, mas hoje ainda há muito para ver e ouvir!

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Já passaram três dias desde o início do Bons Sons 2016, a 12 de agosto, e milhares de visitantes viveram os recantos de Cem Soldos de diferentes maneiras. Os espetáculos trouxeram estilos variados da música portuguesa, as curtas-metragens partilharam os cenários de realizadores lusófonos das áreas do cinema e do audiovisual, os documentários mostraram a genuinidade da aldeia, as crianças dançaram com música criada a pensar nelas e as bandas de garagem revelaram os sons que os colocarão noutros palcos.

A contagem decrescente para o final do festival começa esta segunda-feira, dia 15, e faz-se a partir do 13, o número de iniciativas que compõem o último dia do programa da sétima edição. A primeira é o concerto de Diego Armés no Palco Música Portuguesa a Gostar Dela Própria (MPAGDP), a partir das 14h00, em que o vocalista e guitarrista dos Chibazqui surge a solo com a sua guitarra acústica para partilhar músicas com influência do rock alternativo e do indie-rock.

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O número 12 pertence a FLAK (João Pires de Campos), ligado a bandas de referência como os Rádio Macau e Micro Audio Waves, cujas voz e guitarra partilham o mesmo palco (MPAGDP) com as teclas, sintetizadores e voz de Zé Guilherme Vasconcelos Dias, a partir das 15h45. Uma hora depois, conta-se o 11 no Palco Giacometti com Cat e Margarida Falcão, as irmãs que formam o projeto de folk Golden Slumbers nomeado para o prémio “Melhor Atuação ao Vivo – Artista Revelação” nos Portugal Festival Awards de 2015.

O 10 leva o “Elogio da Desordem” da pianista Joana Sá ao Auditório, às 17h45, acompanhada por campainhas, sirenes, toy piano, caixas de ruído, amplificadores e eletrónica, e dá lugar ao número nove no Palco Tarde ao Sol a partir das 18h00. É ali que Cem Soldos se transforma na Nova Orleães do início do século XX com o Dixieland dos Desbundixie através do trompete, clarinete, saxofone tenor, trombone, banjo tenor, tuba e bateria.

O oito tem sonoridades do norte de África, do mediterrâneo, do samba e da bossa nova na voz de Lula Pena, que atua às 19h15 no Palco Giacometti. Traços muito diferentes do sete, associado à última sessão de curtas-metragens do festival “Curtas em Flagrante” que acontece no Auditório 15 minutos depois.

A contagem vai a meio e o número seis chega com os últimos raios de sol, às 20h30, no concerto de canto a capella pelos Sopa de Pedra no Palco Lopes-Graça. Na última noite cumpre-se a “tradição” e a multidão segue em romaria para o Palco Eira, onde os Les Crazy Coconuts são responsáveis pelo número cinco com o projeto que une o sapateado e novas tendências do pop a partir das 21h45.

Nova romaria para o Palco Lopes Graça e conta-se o quatro pelas 22h45 ao som de Jorge Palma e dos temas que marcaram os últimos 40 anos da música nacional. O três surge quinze minutos depois da meia-noite junto dos balões brancos de hélio que este ano decoram o Palco Eira com o espetáculo dos D’Alva, marcado pela herança genética africana e brasileira de Alex e Ben aliada ao pop.

O final da contagem faz-se no Palco Aguardela, onde as luzes se acendem pela última vez à 01h30 e são acompanhadas pelo ambiente da bola de espelhos que o duo TochaPestana traz consigo inspirado no pop rock dos anos 80. Passou o dois, chega-se ao um e quando já se começa a fazer o balanço da sétima edição do festival surgem os discos em vinil de Rubi Tocha às 2h45 com músicas improváveis descobertas pelo Dj em feiras e adaptadas para o ritmo eletrónico.

13, 12, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1… 0. Para o ano há mais!

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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