Tomar: Bons Sons, quatro dias com “tudo a que se teve direito” (c/ vídeo) (ATUALIZADA)

* Fotografias de José Bandos

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Foram quatro dias, entre 12 e 15 de agosto, em que a música portuguesa voltou a mudar-se para Cem Soldos e mais de 32.000 visitantes aceitaram o convite para viver a aldeia. Os habitantes receberam todos — artistas, técnicos e público — de braços abertos. Abriram-lhes as portas das casas e os portões dos quintais, cozinharam para eles e misturaram-se com a multidão como se a confusão fosse rotineira por aquelas paragens.

Os oito palcos juntaram 204 músicos oficiais, 20 atuações de bandas de garagem, curtas-metragens, música para crianças e documentários. Nos recantos encontraram-se artes plásticas, contadores de histórias e ateliers de instrumentos musicais tradicionais. As ruas receberam artesanato, bares e restaurantes. Os terrenos transformaram-se em acampamentos e parques de estacionamento.

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Canecas do festival ora cheias, ora vazias. Carrinhos de bebé. Bifanas, comida vegetariana e pão com farinheira. Cerveja, sangria, mouchão e hidromel. Borrifadores de água. Tishas. E, por fim, aplausos, muitos. Tudo sob o olhar atento dos 105 jornalistas que acompanharam esta edição e dos 400 voluntários que asseguraram a expetativa elevada do público.

O convite para viver a aldeia tem como pretexto a música portuguesa, mas quem visita Cem Soldos por estes dias percebe que a pulseira dá direito a uma experiência mais completa em que se usufrui de “tudo a que se tem direito” num festival complementado pela sensação de que somos recebidos “em casa”.

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Partilhamos alguns momentos da sétima edição do festival Bons Sons com a música ao vivo do grupo local que começou no Palco Garagem e em 2016 teve lugar reservado no cartaz. Os LODO simbolizam a esperança que se defende na aldeia, a mesma que há uma década levou um grupo de jovens com vinte e poucos anos, hoje elementos da equipa organizadora, a transformar um arraial popular num festival de referência nacional.

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