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Tomar | Bons Sons atraiu este ano 33.800 festivaleiros à aldeia de Cem Soldos (c/vídeo e fotogaleria)

A 10.ª edição do festival Bons Sons atraiu a Cem Soldos, no concelho de Tomar, 33.800 festivaleiros que, entre 8 e 11 de agosto, assistiram a centenas de concertos e espetáculos protagonizados por 250 artistas nos dez palcos da aldeia.

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O balanço divulgado hoje pela organização do Bons Sons, o Sport Clube Operário de Cem Soldos (SCOCS), revelou que neste festival, cuja lotação esgotou no fim de semana, contou com “52 concertos e 81 espetáculos e atividades especiais realizados por 250 artistas”, a que se somaram “a realização de oito concertos inesperados e 30 concertos espontâneos no Palco Garagem”.

Logo no arranque desta edição, na quinta-feira passada, o mediotejo.net esteve à conversa com Luís Ferreira, diretor artístico e fundador deste evento que, mais do que um festival de música portuguesa, voltou a provar ser uma experiência única.

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Tomar | Bons Sons: À conversa com Luís Ferreira a partir de Cem Soldos, no arranque da décima edição do festival onde se vive verdadeiramente a aldeia.

Publicado por mediotejo.net em Quinta-feira, 8 de agosto de 2019

De “música, dança, histórias encenadas, performances, instalação fotográfica, conversas, debates, jogos tradicionais, burros de Miranda, percursos artísticos, oficinas de música, visitas guiadas e um mural” se fez o festival, “organizado por uma aldeia inteira”, com 400 voluntários locais e outros 110 de vários pontos do país.

A edição 2019 do festival ficou ainda marcada pela apresentação do documentário “Uma Árvore no Largo”, de Cátia Santos e Tomás Quitério, e do lançamento do livro “Bons Sons x 10 – Uma Aldeia em Manifesto”.

O festival entra agora, segundo a organização, “num segundo ciclo” a ser pensado pela aldeia, e que resultará em “novidades a divulgar em breve”.

Organizado desde 2006 pelo SCOCS, envolvendo toda a aldeia, o Bons Sons manteve-se bienal até 2014, passando depois a realizar-se anualmente. Durante o festival a aldeia de Cem Soldos é fechada e o seu perímetro delimita o recinto que acolhe dez palcos integrados nas ruas, praças, largos e até em garagens, lagares… e na igreja.

Como sempre, foram os habitantes que acolheram e serviram os visitantes, numa partilha especial entre quem recebe e quem visita, proporcionando a vivência ímpar de um evento musical, bem como a reflexão do que é hoje uma aldeia e como pode a contemporaneidade ser vivida no Interior do país.

c/ Joana Rita Santos, David Belém Pereira, Jorge Santiago e Agência Lusa

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