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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Tomar | Bloco de Esquerda promoveu conversa inclusiva sobre direitos LGBTI+

Sob o mote “Conversas Inclusivas – Em Tomar há lugar para todas e todos”, o Bloco de Esquerda de Tomar dinamizou  a 5 de setembro a primeira ação pública, em período de pré-campanha eleitoral, no anfiteatro da Biblioteca Municipal de Tomar.

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A conversa contou com Mafalda Ferreira como moderadora, tendo como oradores a mandatária das listas do BE, Maria da Luz Lopes, e a ativista dos direitos LGBTI+ e deputada do BE eleita pelo distrito de Santarém à Assembleia da República Fabíola Cardoso.

A sessão contou com cerca de 30 pessoas na assistência, entre as cabeças de lista e candidatos do BE aos vários órgãos autárquicos de Tomar.

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Fabíola Cardoso, deputada do BE eleita por Santarém, abordou questões como “o bullying contra quem é visto como diferente e que continua a ser uma realidade nas ruas, nas casas que deviam ser lares, nas escolas, nos locais de trabalho – e é muitas vezes silenciado”, pode ler-se em comunicado do partido.

A deputada do BE mencionou ainda dados relativos as Estados Membros, lançados pela Agência Europeia dos Direitos Fundamentais, e onde 140 mil pessoas LGBT participaram no inquérito. “As respostas revelam o isolamento, a vulnerabilidade e o risco elevados que estas pessoas enfrentam no quotidiano. Em cenário de pandemia tudo se agudiza, e a covid-19 veio intensificar a discriminação e o preconceito em relação às pessoas LGBTI+”, disse, salientando ser imperioso “que, em conjunto, se trabalhe para denunciar e combater todas as violências. A importância deste combate dever ser a nível nacional mas deve também ser do Município que sendo diverso e respeitador dessa diversidade, pode e deve apoiar as iniciativas públicas que procuram dar visibilidade a esta causa, contribuindo assim para a eliminação de todas as formas de discriminação, violência e silenciamento das pessoas LGBTQIA+”.

Depois de momento de debate e troca de impressões entre a assistência e Fabíola Cardoso, ressalvou-se “a constatação de que apesar da sociedade ser diversa e integrar lésbicas, gays, bi, trans, inter, foram precisas muitas batalhas, para alcançar algumas vitórias, desde a luta pelas uniões de facto até ao surgimento da primeira marcha LGBT em Lisboa, no ano 2000”, frisa o BE, mencionando que “nestes momentos difíceis, como são quase sempre os primeiros passos, a presença de ativistas relacionados ideologicamente com o Bloco de Esquerda foi essencial”.

O Bloco de Esquerda, nesta ação, “alicerçada nesta tradição combativa” deixou a promessa “de continuar a fazer as lutas, pelos direitos LGBTI+, ecológicas, antirracistas, laborais ou bem-estar animal… todas, que contribuam para a igualdade de direitos e dignidade do ser humano e do planeta que habitamos”, termina.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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