Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Sábado, Outubro 23, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Tomar | Atos de vandalismo têm proliferado à noite pelas ruas da cidade, PSD propõe videovigilância

Nas últimas semanas têm acontecido em várias zonas da cidade de Tomar episódios de vandalismo, quer na via pública e em edifícios municipais e património, bem como em esplanadas e estabelecimentos comerciais e em automóveis. Duas situações mereceram queixa do Município às autoridades, uma delas contra desconhecidos. O PSD relembrou a possibilidade de avançar com processo para instalação de videovigilância como forma de “inibir” este tipo de conduta reprovável e que tem causado incerteza e receio na comunidade tomarense.

- Publicidade -

Uma das situações de vandalismo na noite de Tomar, conforme descreveu o vice-presidente da autarquia, Hugo Cristóvão, deveu-se a pinturas para “riscar paredes”, que ocorreram no muro junto ao Complexo Cultural da Levada e Praceta Alves Redol.

“O Município fez uma participação às devidas autoridades sobre o assunto, há vídeos nas redes sociais sobre os jovens que procederam a esses riscos que os nossos serviços conseguiram apagar. Espero que as autoridades façam o seu trabalho, porque obviamente isto não tem nada a ver com arte, com reivindicações do que quer que seja. Isto é vandalismo, não tem outro nome”, descreveu.

- Publicidade -

Enquanto naquele local junto à via pública foi possível detetar os infratores e apurar os factos, noutros locais da cidade não se tem conseguido apurar quem foram os responsáveis, referindo o vereador que estes atos se prendem com uma questão de “civismo ou falta dele”.

Por seu turno, Célia Bonet (PSD) mostrou preocupação pelos episódios de vandalismo na cidade, “com quebra de vidros e espelhos retrovisores em veículos”.

A vereadora lembrou que o PSD já havia trazido para cima da mesa a hipótese de instalação de sistema de videovigilância para trazer um novo clima de segurança à cidade, e referiu que, na altura, a presidente da Câmara disse que seria difícil ser autorizado.

“Queria de novo colocar a possibilidade de ser estudado, porque a videovigilância inibe alguns atos. Pelo menos as pessoas não sabem onde há e poderá ser uma forma de inibir atos de vandalismo. Acho que deveria ser ponderado de novo e tentar que seja autorizado”, sublinhou.

Já a autarca tomarense Anabela Freitas (PS) indicou que, além da participação feita pela Câmara Municipal pelos “rabiscos” feitos no muro junto ao Complexo Cultural da Levada, foi feita queixa contra desconhecidos devido a atos de vandalismo numa das noites, com estragos junto à Sinagoga de Tomar e na rua onde se localiza, Rua Joaquim Jacinto. Também notou a autarca ter conhecimento de que na Rua Alexandre Herculano também ocorreram atos de vandalismos em esplanadas e em viaturas.

Quanto à videovigilância, a presidente da Câmara de Tomar referiu que o processo se inicia com a PSP.

“Houve uma reunião com o Comando Distrital da PSP de Santarém para saber se queremos iniciar novo processo ou não. Aquilo que foi a minha posição – e a reunião foi há três ou quatro meses – é que estamos próximos do fim de um ciclo autárquico, e entendo que é uma matéria que não deve ser decidida no final de um ciclo, mas no seu início. O que ficou combinado foi que, caso se mantivessem as coisas como estão, traria a deliberação em reunião de Câmara o início desse processo (…) acho que deve estar suportado numa deliberação de Câmara”, justificou.

A edil lembrou que “há uns anos houve um processo que foi chumbado na Comissão Nacional de Proteção de Dados” precisamente com intuito de instalar na cidade sistemas de videovigilância para trazer novos mecanismos de segurança a Tomar.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome