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Tomar | Este fim-de-semana, viaja-se no tempo até à “Ceyceyra Medieval”

A freguesia de Asseiceira esquece o século XXI este fim-de-semana, 23 e 24, com o regresso da feira “Ceyceyra Medieval”. O programa da terceira edição promete levar os visitantes numa viagem no tempo de quase oito séculos ao recordar “A Doação de D. Pedro Alvito – Mestre dos Templários”.

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Ao longo dos dois dias é relembrada a doação de Asseiceira (Ceyceyra) pelo mestre templário D. Pedro Alvito a Paio (ou Pelágio) Farpado, sem esquecer que este se trata do mais antigo documento conhecido sobre a sede de freguesia que já foi sede de concelho. A iniciativa é organizada pela Associação Cultural Recreativa e Desportiva e do Rancho Folclórico “as Lavadeiras” de Asseiceira e a animação junta-se às dezenas de mercadores e artesãos presentes.

Ceyceyra Medieval em 2016. Foto: mediotejo.net

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A partida para o regresso à época medieval está marcada para as 14h00 de sábado e é feita com uma arruada de “A Rua´Da e Saltarellus” que acompanha a abertura das tabernas e tendas e repete-se às 17h00 e 19h30. O cortejo solene tem início às 15h30, seguindo-se o Conto das Histórias com “A Geringonça das Estórias”, pelas 16h30 com repetição às 21h00.

Templários e Sarracenos confrontam-se no palco central durante a primeira recriação histórica, às 17h30, e o mesmo espaço recebe dança oriental meia-hora depois, que se repete às 20h30 nas tabernas. A segunda recriação surge nas Ruínas da Misericórdia pelas 20h00 com um Ritual Templário e o desfile “A Doação de Pedro Alvito – Mestre dos Templários” a partir das 21h30.

Cavaleiros Templários na edição de 2015. Foto: mediotejo.net

O percurso começa no recinto das festas e termina na feira, na mesma altura em que Asseiceira é animada pel’“A Rua´Da e Saltarellus”, a dança oriental, um espetáculo de fogo e pirotecnia “Amr a Kush” – A Terra de Deus e uma queimada galega. Animação recheada de simbolismo e História que dura até ao encerramento à uma da manhã.

“A Rua´Da e Saltarellus” regressa no segundo dia da viagem com uma arruada às 11h00 na abertura da feira, às 15h30, às 16h30 e às 21h00. O mesmo acontece à dança oriental, que marca presença no programa de domingo às 15h00, 16h30, 19h00 e 22h00, e ao Conto das Histórias com “A Geringonça das Estórias”, pelas 15h30 e 19h30.

Danças na edição de 2016. Foto: mediotejo.net

“A doação de Pedro Alvito – Mestre dos Templários” volta a ter destaque no desfile marcado para as 16h30, hora em que se dá novo confronto entre Templários e Sarracenos. A recriação histórica do Ritual Templário realiza-se à mesma hora de sábado (20h00) e o regresso ao século XXI começa a preparar-se a partir das 22h00 com o espetáculo final, que inclui um desfile desde a entrada principal ao palco central da feira, e a atuação do Grupo de Gaiteiros.

A animação com hora marcada é complementada por outras atividades ao longo dos dois dias, como animação de rua, entretenimento infantil, acampamentos templário e sarraceno, exposição de armas e equipamentos templários, treino de armas, ofícios, ritual de chá no acampamento sarraceno e música medieval. Na passagem pelas tabernas descobrem-se ementas com porco no espeto, petiscos e doces conventuais.

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Sónia Leitão
Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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