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Sexta-feira, Agosto 6, 2021

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Tomar | Aprovadas políticas municipais ativas no apoio à vítima de Violência Doméstica

A assembleia municipal de Tomar aprovou na reunião de sexta-feira, 18 de novembro, uma proposta do eleito não-inscrito Luís Ferreira com vista ao desenvolvimento de políticas municipais ativas no Apoio à Vítima de Violência Doméstica. O documento reconhece ainda que a instalação de um Gabinete de Apoio à Vítima, eventualmente em parceria, por exemplo, com a APAV – Associação de Apoio à Vítima, “seria muito bem-vinda, não só para o concelho de Tomar, como para toda a região entre Santarém e Coimbra”.

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Luís Ferreira e Anabela Freitas Foto: D.R.

A proposta foi apresentada de forma muito sucinta surge poucos dias depois de ter vindo à praça pública que tinha sido arquivada uma queixa de violência doméstica apresentada pela presidente da Câmara, Anabela Freitas, contra o seu ex-companheiro e ex-chefe de gabinete, o próprio Luís Ferreira, com quem teve um relacionamento de 11 anos.

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Luís Ferreira apresentou a proposta de forma muito sucinta Foto: mediotejo.net

No seu blog pessoal, Luís Ferreira acusa a ex-companheira de recorrer à “vitimização” para daqui ganhar proveitos políticos, referindo que o processo foi arquivado porque se sustentava em acusações falsas. “A cidadã Presidente apresentou queixa por violência doméstica, que viria a ser arquivada, com base em acusações falsas, objetivamente intimidatórias e atentatórias da idoneidade da pessoa acusada, procurando assim difamá-la e coagi-la a não lhe causar ruído na sua legítima governação”, escreveu.

Durante a apresentação da proposta, a autarca socialista mostrou-se serena e manteve-se atenta à votação, sendo que a bancada do Partido Socialista optou pela abstenção.  Já esta segunda-feira, 21 de novembro, data em que celebra 50 anos, Anabela Freitas colocou na sua página do facebook uma mensagem onde parece responder a esta interpelação.

“Ver na questão um processo de vitimização é não perceber a dor interior que causa expor a nossa privacidade”, escreveu.

Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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