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Tomar | App CTT Comércio local é novo canal de venda para comerciantes e produtores

O Município de Tomar aderiu à app CTT comércio local numa parceria que pretende disponibilizar aos pequenos comerciantes e produtores locais um canal de venda digital/online que permita em tempo de pandemia facilitar a venda de produtos e a proximidade com os clientes, com entrega assegurada via CTT. As entregas serão gratuitas até dia 31 de março.

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Esta solução permite “transações comerciais de fácil utilização que reúne num único local os comerciantes e os respetivos produtos; potenciais compradores a nível nacional; meios de pagamento eletrónico e um parceiro para entregas no próprio dia”, refere a CM Tomar.

A aplicação para dispositivos móveis pode ser descarregada na App Store ou no Google Play e permite aos consumidores evitarem filas de espera para acesso às lojas físicas e terem acesso à qualidade e diversidade dos produtos locais a partir do conforto e segurança de sua casa, com facilidade de pagamento, ao mesmo tempo que estão a apoiar a economia local.

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Para já estão inscritos nesta plataforma 11 comerciantes, mas o município crê que o número de aderentes possa aumentar.

Os comerciantes que ainda não tenham aderido e pretendam fazê-lo podem manifestar esse interesse através do e-mail turismo@cm-tomar.pt, pelo qual receberão as indicações necessárias para o fazerem.

Recorde-se que, neste primeiro ano, a iniciativa não terá custos para os comerciantes, uma vez que o Município de Tomar vai assumir os respetivos encargos. O Município entende que “a grande mais-valia é a entrega gratuita ao domicílio por parte dos CTT de todas as encomendas efetuadas através desta aplicação durante o período de confinamento”.

Tal representa um investimento na ordem dos 5 mil euros pela autarquia para adesão a esta plataforma.

Recorde-se que também os vereadores do PSD já haviam apresentado proposta para adesão a esta aplicação móvel no verão de 2020. Na altura a proposta foi chumbada pela maioria socialista.

Entre as justificações para só agora o município optar por aderir consta o valor de adesão, que na altura, segundo a vereadora Filipa Fernandes (PS) teria um custo muito superior, na casa dos 20 mil euros e estando a app menos desenvolvida do que está atualmente.

O PSD não se conforma com o facto de a sua proposta ter sido aproveitada mais tarde, acusando o executivo socialista de se apoderar da mesma e ficar com os louros. A situação que gerou discussão em sede de reunião de Câmara, levou ainda a conflitos nas redes sociais devido a um comunicado emitido pela concelhia do PSD, tendo resultado inclusive num debate aceso entre entre vereadores e munícipes em perfis pessoais da rede social Facebook.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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