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Terça-feira, Maio 11, 2021

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Tomar | Alunos da Escola Básica Infante D. Henrique mudam para a de Santa Iria

O Salão Nobre dos Paços do Concelho de Tomar acolheu na sexta-feira uma conferência de imprensa com vista ao esclarecimento sobre a transferência dos alunos da Escola Básica Infante D. Henrique para a Escola (EBI) de Santa Iria.  Nada se alterou em relação às decisões tomadas no passado ano letivo, ou seja, os cerca de 180 alunos vão para uma escola que oferece melhores condições.

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Hugo Cristóvão, vice-presidente da Câmara de Tomar (com o pelouro da Educação), conjuntamente com João Jesuíno, presidente da Associação de Pais da Escola Infante D. Henrique, e Marta Pedro, representante da Comissão de Pais da Escola Básica de Santa Iria, transmitiram publicamente que a decisão de transferência de alunos, professores e auxiliares da EB1 Infante D. Henrique para a EBI Santa Iria não sofreu qualquer alteração.

“A decisão está a ser executada e é uma realidade já no próximo ano letivo”, vincaram.

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A informação não é nova e a presidente da autarquia, Anabela Freitas, já havia dado conta desse procedimento ao mediotejo.net em maio do ano passado, tendo referido então que a Escola Básica Infante D. Henrique iria encerrar portas por “não oferecer as melhores condições de segurança”, e que os cerca de 180 alunos seriam transferidos para a escola de Santa Iria, equipamento que “tem todas as condições”.

Com oito salas de 1º ciclo e cerca de 180 alunos, a Escola Básica Infante D. Henrique não oferece as melhores condições de segurança e de conforto para todos os que utilizam aquele estabelecimento de ensino, tendo a escola de Santa Iria não só espaço como todas as condições para acolher os jovens alunos, disse então Anabela Freitas, tendo feito notar que a medida resulta de diálogo e de concertação com as entidades responsáveis.

Em comunicado, a autarquia dá conta que, com esta conferência de imprensa, “pretendeu-se, sobretudo, esclarecer e tranquilizar os pais, reforçar a informação sobre a necessidade da mudança e clarificar que esta decisão é uma aposta na melhoria das condições físicas (espaço/infraestruturas) que refletirão em melhoria na qualidade de ensino”.

Citado na mesma nota informativa, Hugo Cristóvão salientou que se pretende “fazer a melhor gestão possível dos recursos para prestar o melhor serviço possível para que as crianças de hoje e do futuro tenham igualdade de condições na área educativa”.

Foi ainda referido que estão a ser criadas condições para a criação e pleno funcionamento do futuro ATL gerido pela associação de pais.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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