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Sábado, Outubro 23, 2021

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Tomar/Abrantes | Ministério Público pede apenas multa no caso do motard morto

Durante as alegações finais no julgamento do caso do motard morto há um ano no encontro de motards em Tomar, a Procuradora do Ministério Público defendeu que não há motivo para prisão do arguido autor da agressão.

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A magistrada do tribunal de Tomar entende que a pena de multa é suficiente como pena para Hugo Alhadas, que está a ser julgado no tribunal de Tomar pelo crime de “ofensa à integridade física simples, agravado pelo motivo da morte”. Na sequência de um desentendimento, o motard do Louriçal, Pombal, agrediu Hugo Jacob, motard do Tramagal, que tropeçou e caiu desamparado.

A principal questão que opõe acusação e defesa neste caso, como ficou bem patente nas alegações finais realizadas no dia 12, é se há ou não nexo de causalidade entre a agressão e a morte de Hugo Jacob, porque nem o relatório da autópsia é conclusivo.

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O advogado dos pais da vítima, Santana-Maia Leonardo, de Abrantes, cinturão negro de Karaté, argumentou nas alegações finais que a agressão fatal atingiu um ponto vital do corpo (zona da maçã de Adão, no pescoço). “É pior que um murro”, afirmou, sublinhando o facto de Hugo Jacob estar “perdido de bêbedo”.

Opinião diferente tem o advogado do arguido, António Santos Gomes, para quem não há prova de que o seu cliente tenha atingido um ponto vital, mas que apenas agiu em legítima defesa para repelir o ataque. Por isso, pediu a absolvição de Hugo Alhadas e a consequente improcedência do pedido de indemnização (140 mil euros).

Para o crime de que vem acusado o arguido, a moldura penal vai de pena de prisão de um a quatro anos ou pena de multa.

O caso aconteceu em junho de 2017 durante o encontro anual do grupo motard Templários, na antiga escola primária do Coito, em Tomar.

Inicialmente marcada para 27 de junho, a leitura da sentença foi adiada para dia 4 de julho.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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